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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Civilização #Maia: "Em algum lugar, algo incrível está esperando para ser conhecido" #CarlSagan



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"Somewhere, something incredible is waiting to be known" Carl Sagan

Antigo Império: abrange de 500a.C. até 600 d.C.
Novo Império: abrange de 600d.C. até a invasão espanhola.

A intrigante civilização Maia esconde mistérios indecifráveis.

Qual é a origem e a fonte do conhecimento dos Maias?

Simples observação diária, sem instrumentos adequados?

Elaboraram um sofisticado calendário do ano lunar?

Elaboraram um sofisticado e exato calendário do ano solar?

Os Maias, nas noites abafadas e nubladas da América Central, dois mil anos atrás, sabiam tudo sobre a "Precessão dos Equinócios", em ciclos de 26.000 anos?

Qual foi a fonte que lhes permitiu descobrir tais segredos, inclusive os ciclos de 5.000 anos de inclinação do eixo da Terra?

Muito antes que nós, já sabiam o que ainda não sabemos, apesar de todo o nosso arsenal tecnológico?


Os Maias já conheciam as teorias da "Física Hiper-dimensional" e os "campos de torção física"?

Os Maias conheciam e pesquisavam possíveis consequências do alinhamento do sistema solar com a "fenda escura da Via Láctea"?

Os Maias trabalhavam com a hipótese da eliminação do campo magnético da Terra e a inversão do movimento de rotação?

Os Maias admitiam a possibilidade de uma "virada Polar"?

Os Maias eram sobreviventes da civilização Atlântida, narrada por Platão, e ignorada pelo Google Maps?

Não temos respostas e nem especulações sobre o 21/12/2012, mas uma questão intrigante e desafiadora é saber a origem do conhecimento dos Maias:


Determinaram os movimentos de Vênus e Júpiter?

Eclipse lunares e solares?

Estações climáticas dos anos?

Calendários agrícolas fantásticos?

Construíram seus templos baseados em conhecimentos astronômicos?

Não dispunham de aparelhos astronômicos, máquinas calculadoras, equipamentos de engenharia, ou qualquer outro mecanismo sofisticado?

Criaram um sofisticado sistema de escrita, até hoje ainda não decifrado.

Construíram grandes palácios e templos em alturas e topografia inatingíveis.

A Matemática era avançada demais para o seu tempo, localização e isolamento.

Impossível descrever, num artigo, todas as conquistas da Civilização Maia, destruída pela estupidez de um pirata espanhol, protegido pelo Rei da Espanha, que dominava uma Europa, que alimentava-se do sangue dos nativos.

Entretanto, alguns aspectos altamente relevantes intrigam:

O isolamento deles, em regiões geograficamente inóspitas, teoricamente inabitáveis...

Não dispunham de lunetas, máquinas, calculadoras, computadores, mas sabiam fazer cálculos astronômicos fantásticos?

Todo esse conhecimento adquirido sem energia elétrica, nas noites escuras, de céu nublado, no alto de montanhas, uma região tropical de muitas nuvens, muitas chuvas, abafamento intenso, onde a observação astronômica é quase impossível, e nenhum equipamentos eletrônico?

Antes da Bíblia?

Antes das bússolas?

Antes de Júlio Verne?

Antes de Carl Sagan, Isaac Asimov e Arthur Clarke?

Antes de Descartes e Newton?

Antes de Da Vinci e de Galileu?

Antes de Copérnico?

Antes de Einstein?

Antes da NASA?

Antes do telefone?

Antes da revolução industrial?

Antes da invenção das máquinas de calcular?

Antes da invenção da lentes de telescópios?

Antes dos Mapas?

Antes do avião?

Antes da Televisão?

Antes dos computadores?

Antes do lápis?

Antes dos livros?

A Europa, o berço da civilização humana, mergulhada na "Idade das Trevas" (queimando os "demônios" nas fogueiras da "Santa Inquisição) , e os Maias descobrindo e desvendando os segredos do Universo, da Via láctea, o movimento dos Astros, construindo palácios, templos, matemática, engenharia, urbanismo, arquitetura, medicina, alfabetos, tudo isso nas noites escuras das montanhas de um continente desconhecido?

Tenho medo das respostas fáceis e simplistas.

A civilização Maia esconde segredos que lembra a frase de Carl Sagan: "Somewhere, something incredible is waiting to be known"




Dia da Terra
RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 12 de fevereiro de 2012 - 12h:18