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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Curitiba Agora

Perguntar não ofende: Somos um País de merda habitados por eleitores cornos?




Perguntar não ofende: Por que milhões de brasileiros nas ruas para brincar carnaval, brigar e matar nas torcidas de futebol, nas marchas da maconha e das vadias, não fazem a mesma mobilização para acabar com a corrupção, exigir saúde, segurança publica, habitação, educação de qualidade e melhores salários?

Povo gado?

Analfabetos?

Doentes psicologicamente?

Deformação cultural e de caráter pervertido?

Heranças genéticas?

Indução massiva de propagandas subliminares pelos veículos de informação?

Covardia?

Povo corno sabido, gosta de ser traído e não reage?





Dia da Terra
Brasil, Curitiba, 19/02/2017

sábado, 18 de fevereiro de 2017

GENERAL DO EXÉRCITO DEIXA UM RECADO MUITO CLARO A TODOS OS TRAIDORES DA PATRIA

Depoimento pessoal: Em defesa da Pátria Amada Brasil e das FFAA



Fui soldado do Exército Brasileiro em 1968, Primeira DI, Realengo, Arma de Cavalaria, Escola de Equitação do Exercito.

Participei de muitas patrulhas, era estafeta, na Sargenteação, era subordinado diretamente ao Capitão Georgelino, S2 (Serviço de Informação).

Bem informado, apesar da pouca idade, sou testemunha viva de tudo que acontecia no auge do período comandado pelo regime militar.

Tenho orgulho de ter servido a minha Pátria Brasil, que tanto amo.

Jurei Defender o Brasil diante da Bandeira Nacional, se preciso morrer pelo Brasil.

Tenho orgulho de ter participado das FFAA Brasileiras, num dos períodos mais importantes da nossa historia nacional.

Penso que todos os jovens de hoje deveriam cumprir o serviço militar obrigatório, sem dispensas.

Aprendi, desde jovem, a defender o Brasil com o próprio sangue, se necessário fosse,  morrer pelo Brasil.

Não tenho números, mas sou capaz de apostar que os corruptos de hoje nunca foram soldados, com certeza não prestaram serviço militar, nunca juraram morrer pelo Brasil.

As  FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS eram enérgicas e rigorosas somente com os bandidos que assaltavam bancos, sequestravam embaixadores de outras nações sediados no Brasil.

As FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS lutaram bravamente contra a implantação do comunismo no Brasil, pretendido pelos corruptos de hoje, que naquela época se diziam guerrilheiros, mas hoje sabemos a verdade, eram bandidos, somente queriam roubar o Brasil.

As  FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS nunca prenderam, torturam, mataram ou ameaçaram qualquer cidadão honesto, trabalhador, que não representavam nenhuma ameaça a segurança nacional.


Havia censura intelectual sim, mas a liberdade de hoje transformou-se em libertinagem, cafajestagem cínica e debochada dos jovens sem nenhuma noção de civismo e patriotismo, comprovado pelo resultado que enfrentamos diariamente em nossas cidades.

Os jovens de hoje, sem orientação cívica e moral,  participam de marcha da maconha, marcha das vadias, milhões no carnaval, milhões nos estádios de futebol numa guerra de torcidas assassinas, extravasam seus instintos animalescos num transito assassino e consumo de drogas pesadas.

Os Generais erraram sim, mas ao permitir a anistia geral e irrestrita, que permitiu a volta de bandidos e inimigos do Brasil, que tomaram de assalto a administração publica brasileira, com disfarces demagógicos e mentiras, e o resultado temos hoje: O Brasil desgovernado, falido, quebrado, esfacelado, desmoralizado,  pelos mesmos bandidos que as FFAA combateram em 1964.

Os Generais de 1964 eram honestos, radicais, mas a honestidade exige radicalismo nas convicções éticas pessoais, morreram todos pobres, restritos aos soldos que recebiam.

Curitiba, Brasil, 18/02/2017
Soldado Brasileiro com muito orgulho, até morrer!
Se o Brasil precisar volto a lutar hoje pela minha Pátria!
Amor febril pelo Brasil!
Brasil Acima de tudo!
Basta de Canalhices!
Fora todos os Corruptos!







sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Eles estão se lixando @Veja #Brasil #Corrupção

+VEJA
Brasil, Política
Eles estão se lixando
Com atitudes que ignoram as exigências éticas da sociedade, políticos ampliam fosso que os separa da opinião pública e levantam questão: até onde eles vão?


Por Daniel Pereira, Thiago Bronzatto





CONTRAMÃO - Alexandre de Moraes, Michel Temer e Eliseu Padilha: ações e inações que vão de encontro ao que a população demanda (Antonio Milena; Alan Marques/Folhapress; Cristiano Mariz/VEJA)


Na quinta-feira passada, agentes federais bateram à porta da casa de Márcio Lobão, presidente de uma subsidiária do Banco do Brasil, em busca de provas de que recebera propina em nome de seu pai, o senador Edison Lobão. Uma batida policial é sempre um constrangimento, mas o senador saiu-se do episódio com aquela indiferença olímpica tão própria de certos políticos. Em democracias mais maduras, um fato dessa grandeza teria implicações dramáticas. Em Brasília, não aconteceu nada. Edison Lobão foi premiado com um silêncio generalizado e cúmplice. Continua no comando da Comissão de Constituição e Justiça do Senado e terá a honra de presidir a sabatina do indicado a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O suspeito vai questionar as intenções do seu futuro juiz.


Parece que os políticos deixaram de enxergar e de ouvir as exigências de uma opinião pública que, desde 2013, dá sinais de exaustão com a roubalheira dos cofres públicos e os comportamentos abertamente imorais. Eles não estão propriamente mudos, cegos ou surdos — estão, sim, em luta disfarçada para sobreviver aos próprios delitos. À luz da mensagem do presidente Michel Temer de que só afastará do cargo quem for denunciado – o que pode ocorrer só depois do fim do mandato -, os ministros sentem-se livres para se movimentar, alguns com desenvoltura, como Alexandre de Moraes, que confraterniza abertamente com investigados. Ou o ministro Eliseu Padilha, o “Primo” nas planilhas da Odebrecht, flagrado durante uma palestra admitindo abertamente que a escolha do ministro da Saúde foi apenas um toma lá dá cá – não foi nem admoestado pela confissão incômoda.