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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Civilização #Maia: "Em algum lugar, algo incrível está esperando para ser conhecido" #CarlSagan



Google


"Somewhere, something incredible is waiting to be known" Carl Sagan

Antigo Império: abrange de 500a.C. até 600 d.C.
Novo Império: abrange de 600d.C. até a invasão espanhola.

A intrigante civilização Maia esconde mistérios indecifráveis.

Qual é a origem e a fonte do conhecimento dos Maias?

Simples observação diária, sem instrumentos adequados?

Elaboraram um sofisticado calendário do ano lunar?

Elaboraram um sofisticado e exato calendário do ano solar?

Os Maias, nas noites abafadas e nubladas da América Central, dois mil anos atrás, sabiam tudo sobre a "Precessão dos Equinócios", em ciclos de 26.000 anos?

Qual foi a fonte que lhes permitiu descobrir tais segredos, inclusive os ciclos de 5.000 anos de inclinação do eixo da Terra?

Muito antes que nós, já sabiam o que ainda não sabemos, apesar de todo o nosso arsenal tecnológico?


Os Maias já conheciam as teorias da "Física Hiper-dimensional" e os "campos de torção física"?

Os Maias conheciam e pesquisavam possíveis consequências do alinhamento do sistema solar com a "fenda escura da Via Láctea"?

Os Maias trabalhavam com a hipótese da eliminação do campo magnético da Terra e a inversão do movimento de rotação?

Os Maias admitiam a possibilidade de uma "virada Polar"?

Os Maias eram sobreviventes da civilização Atlântida, narrada por Platão, e ignorada pelo Google Maps?

Não temos respostas e nem especulações sobre o 21/12/2012, mas uma questão intrigante e desafiadora é saber a origem do conhecimento dos Maias:


Determinaram os movimentos de Vênus e Júpiter?

Eclipse lunares e solares?

Estações climáticas dos anos?

Calendários agrícolas fantásticos?

Construíram seus templos baseados em conhecimentos astronômicos?

Não dispunham de aparelhos astronômicos, máquinas calculadoras, equipamentos de engenharia, ou qualquer outro mecanismo sofisticado?

Criaram um sofisticado sistema de escrita, até hoje ainda não decifrado.

Construíram grandes palácios e templos em alturas e topografia inatingíveis.

A Matemática era avançada demais para o seu tempo, localização e isolamento.

Impossível descrever, num artigo, todas as conquistas da Civilização Maia, destruída pela estupidez de um pirata espanhol, protegido pelo Rei da Espanha, que dominava uma Europa, que alimentava-se do sangue dos nativos.

Entretanto, alguns aspectos altamente relevantes intrigam:

O isolamento deles, em regiões geograficamente inóspitas, teoricamente inabitáveis...

Não dispunham de lunetas, máquinas, calculadoras, computadores, mas sabiam fazer cálculos astronômicos fantásticos?

Todo esse conhecimento adquirido sem energia elétrica, nas noites escuras, de céu nublado, no alto de montanhas, uma região tropical de muitas nuvens, muitas chuvas, abafamento intenso, onde a observação astronômica é quase impossível, e nenhum equipamentos eletrônico?

Antes da Bíblia?

Antes das bússolas?

Antes de Júlio Verne?

Antes de Carl Sagan, Isaac Asimov e Arthur Clarke?

Antes de Descartes e Newton?

Antes de Da Vinci e de Galileu?

Antes de Copérnico?

Antes de Einstein?

Antes da NASA?

Antes do telefone?

Antes da revolução industrial?

Antes da invenção das máquinas de calcular?

Antes da invenção da lentes de telescópios?

Antes dos Mapas?

Antes do avião?

Antes da Televisão?

Antes dos computadores?

Antes do lápis?

Antes dos livros?

A Europa, o berço da civilização humana, mergulhada na "Idade das Trevas" (queimando os "demônios" nas fogueiras da "Santa Inquisição) , e os Maias descobrindo e desvendando os segredos do Universo, da Via láctea, o movimento dos Astros, construindo palácios, templos, matemática, engenharia, urbanismo, arquitetura, medicina, alfabetos, tudo isso nas noites escuras das montanhas de um continente desconhecido?

Tenho medo das respostas fáceis e simplistas.

A civilização Maia esconde segredos que lembra a frase de Carl Sagan: "Somewhere, something incredible is waiting to be known"




Dia da Terra
RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 12 de fevereiro de 2012 - 12h:18

domingo, 7 de agosto de 2011

Pangéia: Bem-vindos ao Inférno!

O Universo iniciou com uma explosão de hidrogênio e hélio, expelindo material ígneo em todas as direções, numa velocidade fantástica.

O Globo terrestre rompeu-se em tons vermelhos, amarelos.

Nosso planeta surgiu do fogo, há cerca de quatro bilhões e meio de anos.

Girando nuvens de poeira e gases em contração, que foram solidificando aos poucos.

O Planeta Terra foi transformando-se do estado gasoso para o sólido.

No princípio a Terra um planeta de rocha derretida e, lentamente, os elementos mais pesados, níquel e fero, solidificaram um um denso núcleo.

Os materiais rochosos mais leves, basalto e granito, derretidos, emergiram, esfriaram, e criaram um fina crosta.

Havia um manto em torno do núcleo.

A esfera era rochosa e árida.

Começou a chover, densas nuvens, com muitos raios.

Chuva por milhares de anos, até a Terra ficar coberta de água, esfriando vagarosamente, uma bola de água gigante, a água evaporando, até surgir terra flutuante.

Blocos de terra continentais, deslocando-se em direção ao Equador, formando um gigantesco e ainda árido supercontinente.

Pangéia: termo grego que significa "Todas as terras".

Depois de formada, a Pangéia foi dividindo-se, por forças que desconhecemos, talvez correntes de convecção, surgindo os vulcões, e os gases emitidos pelos vulcões deram origem à vida geológica, com rompimento de Pangéia iniciou os terremotos.

Alguém escava um poço de exploração mineral na Europa, e lubrifica uma falha geológica desconhecida, dois anos depois ocorre um grande terremoto no Alasca.

Quando o "caos" dita as regras, é impossível fazer previsões, otimistas ou pessimistas.

O Planeta Terra não obedece nossas tabelas de especificações técnicas.

E nenhum trabalho cientifico sério poder ser realizado sem financiamento.

Os sinais existem, mas precisam ser decodificados.

Para prever eventos geológicos é necessário providenciar os registros de tensão, aumento de atividades após o período de dilatação, .

Quando a atividade de lubrificação, e pode ter origem em grandes inundações, lubrifica a falha geológica, provocando uma alteração na falha.

É possível descobrir um padrão no caos?

Os pequenos pedaços de terra juntados, em uma grande massa continental, com enormes variações meteorológicas, rachou repentinamente, e os continentes chocavam-se uns contra os outros.

Neste quadro caótico, há 65 milhões de anos, no início do período Terciário, o fim dos dinossauros, a Terra cuspindo fogo através dos vulcões e estremecendo com os terremotos, um meteoro de oito quilômetros de largura, furou a atmosfera, batendo na Península de Iucatan, , levantando uma gigantesca manta de poeira, espalhou-se por todo o Globo Terrestre, , provocando uma linha sucessiva de terremotos partindo do local do impacto, originando atividade vulcânica do outro lado da esfera terrestre.

Mas existem os eventos ignorados.

Com cerca de 1.400 quilômetros de diâmetro, a Lua tem terremotos, cerca de três mil por ano, escala Richeter 2.

Falhas elísias e emissões de gás radônio são instrumentos importantes na detecção de fenômenos geológicos.

A Natureza não coopera, precisa ser domada, ou aprender a conviver com ela.

Qual é a relação entre terremotos, fases lunares e explosões solares?

Qual é a causa para setenta por cento dos terremotos no Vale do Mississippi ocorrer entre os meses de novembro e fevereiro?

Os grandes terremotos ocorrem durante o período de baixa atividade das manchas solares?

Para prevenir terremotos é preciso saber que nenhum teste é perfeito, o que faz difícil qualquer previsão, , é necessário verificar o aumento da atividade elétrica, o aumento das emissões de hélio e radônio, finalmente a dilatação e os registros de tensão na área pesquisada.

Em quatro mil anos de história registrada, mas de 13 milhões de pessoas já morreram em consequência direta de terremotos.

É urgente ter a capacidade de prever áreas de danos ao longo das linhas das falhas geológicas.

Só encontraremos as respostas, com o conhecimento da pergunta que deve ser formulada.

Dedicar-se às pesquisas científicas e estender o olhar para um horizonte que ninguém mais pode ver.

Talvez não seja possível controlar o Planeta Terra, mas podemos conhecer os mecanismos, com anos de antecedência, planejar nossas ações e investimentos nos recursos naturais, autossustentáveis.

As mudanças geológicas no Planeta Terra, radicais numa escala de tempo de milhares de anos, fizeram desgarrar a porção de matéria que originou a nossa Lua.

Com o desaceleramento do movimento de rotação da Terra, a Lua afasta-se, alterando a influência que a Lua tem sobre os Oceanos, gerando outras transformações geológicas e climáticas, que desconhecemos.

À pesquisa científica é feito o desafio de prever o impossível, e conhecer o inconcebível.

Tenho arriscado minha exposição ao ridículo ao afirmar, em diferentes artigos, que a extração de minérios, óleo e água, construções subterrâneas, tuneis, pontes, grandes reservatórios de água, impermeabilização do solo urbano, explosões nucleares, são fatores que estão interferindo na estrutura geológica do nosso Planeta Terra, transformado num grande "queijo suíço", causada pela ação humana.

Acrescentando os fatores geológicos e meteorológicos naturais, mais os fatores astronômicos imponderáveis, gerados pelo "caos natural" que determina os acontecimentos no Universo, estamos confrontados com possibilidades inimagináveis.

Uma das muitas questões que precisa ser respondida:

Tomando como exemplo o terremoto no Japão, que afetou uma usina nuclear, liberando material radioativo que está contaminado o subsolo, alimentos e águas, quais serão as consequências sobre as usinas nucleares, mais próximas do evento, após a colisão do próximo meteoro, que está aproximando-se perigosamente, em rota de colisão?

Quantas grandes barragens de águas serão rompidas?

Caso a colisão ocorra no mar, e é provável, a Tsunami resultante da colisão provocará na área litorânea mais próxima, as mesmas consequências caso a colisão fosse no continente.

As mudanças nos cursos dos grandes rios planetários, a inversão térmica dos oceanos, o redirecionamento da direção dos ventos, as mudanças de inclinação do eixo da Terra, enfraquecimento da nossa proteção magnética, mudanças dos polos magnéticos, o derretimento das geleiras, a elevação do nível dos oceanos, explosões solares, aumento da emissão do gás metano na atmosfera, são fatores imponderáveis que mudam o curso do futuro climático e geológico.

O preço da indiferença diante das atuais mudanças climáticas e geológicas, terá um custo altíssimo financeiro, o que provocará "dor no bolso", a parte mais sensível do corpo humano.

Basta citar como exemplo os prejuízos financeiros das inundações no Paquistão, do terremoto no Haiti, a fome na Somália, as trágicas consequências financeiras do terremoto no Japão, a onda de calor nos Estados Unidos da América, a erupção do vulcão na Islândia, no ano passado, e os próximos desastres ambientais.

É preciso prever e prevenir, descobrindo "onde" e "quando" ocorrerá o próximo desastre ambiental.

Escrevi um artigo cujo título é "Silêncio, a Terra está falando", basta ouvir a Mãe Natureza, os animais estão falando, as rochas estão falando, os ventos estão falando, as águas estão falando, o Sol está falando, o núcleo da Terra está falando, as placas tectônicas estão falando, a cor da vegetação está falando, os gases na atmosfera estão falando...

Mas é necessário cessar todos os "ruídos" que a espécie humana provoca, para ouvir os "ultra" e os "sub"sons, que a Mãe Natureza está emitindo...



RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Cuiritba, 07 de agosto de 2011 - 21h05

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Hubble: O OLHO DE DEUS #NASA #Astronomia

Telescópio espacial Hubble

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



O Telescópio Espacial Hubble é um satélite astronômico artificial não tripulado que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha. Foi lançado pela agência espacial estadunidense - NASA - em24 de abril de 1990, a bordo do Vaivém Espacial (No Brasil: Ônibus espacial)Discovery (missão STS-31). Este telescópio já recebeu várias visitas espaciais da NASA para a manutenção e para a substituição de equipamentos obsoletos ou inoperantes.

O Telescópio Espacial Hubble é a primeira missão da NASA pertencente aos Grandes Observatórios Espaciais - (Great Observatories Program), consistindo numa família de quarto observatórios orbitais, cada um observando o Universo em um comprimento diferente de onda, como a luz visível, raios gama, raios-X e o infravermelho. Pela primeira vez se tornou possível ver mais longe do que as estrelas da nossa própriagaláxia e estudar estruturas do Universo até então desconhecidas ou pouco observadas. O Hubble, de uma forma geral, deu à civilização humana uma nova visão do universo e proporcionou um salto equivalente ao dado pela luneta de Galileu Galilei no século XVII.

Desde a concepção original, em 1946, a iniciativa de construir um telescópio espacial sofreu inúmeros atrasos e problemas orçamentais. Logo após o lançamento para o espaço, o Hubble apresentou uma aberração esférica no espelho principal que parecia comprometer todas as potencialidades do telescópio. Porém, a situação foi corrigida numa missão especialmente concebida para a reparação do equipamento, em 1993, voltando o telescópio à operacionalidade, tornando-se numa ferramenta vital para a astronomia. Imaginado nos anos 40, projetado e construído nos anos 70 e 80 e em funcionamento desde 1990, o Telescópio Espacial Hubble foi batizado em homenagem a Edwin Powell Hubble, que revolucionou a Astronomia ao constatar que o Universo estava se expandindo.


Telescópio Espacial Hubble
Sts109-708-038a.jpg
O Telescópio Espacial Hubble, visto do Ônibus Espacial Columbia durante a Missão de Serviço 3B (STS-109)


Lyman Spitzer, o "pai" do Telescópio Espacial.






















Uma das mais famosas imagens do Hubble, "Pilares da Criação" mostrando a Nebulosa da Águia

Galáxias distantes no espaço profundo, em uma fotografia Hubble Ultra Deep Field.

A nebulosa planetária M2-9, apenas uma entre as milhares de estruturas cósmicas fascinantes reveladas pelo Hubble

O planeta Marte visto pelo Hubble

Galáxias Antennae em interação


Eco de luz em torno deV838 Monocerotis




Urano com seus anéis e luas



RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 02 de agosto de 2011 - 20h:56


domingo, 31 de julho de 2011

Astronomia: "O MARTELO DE DEUS" (Arthur C. Clarke)

O MARTELO DE DEUS - Arthur C. Clarke - Tradução Roger Trimer - Editora Siciliano - São Paulo, 1995 - 3ª Edição, 1996

Página 67 - O MARTELO DE DEUS

"Em 1772, o matemático francês Lagrange descobriu que os campos gravitacionais do Sol e de Júpiter podiam combinar-se para produzir um fenômeno muito interessante.

Sobre a órbita de Júpiter, 60 graus à frente, e 60 graus atrás, há dois pontos de estabilidade. Um corpo celeste colocado em qualquer dos dois pontos manterá a mesma distância do Sol e de Júpiter, formando um imenso triângulo equilátero.

"Não se sabia da existência de asteróides enquanto Lagrange vivia, e ele provavelmente nunca imaginou que sua teoria chegaria a ter uma demonstração prática. foram necessários mais de 100 anos, para que Achilles fosse descoberto na esteira de Júpiter, a 60 graus. Um ano mais tarde encontrou-se Patroclus, não muito distante dali, e depois Hector, mas este no ponto 60 graus à frente de Júpiter. Hoje conhecemos mais de dez mil desses asteróides, assim chamados porque os primeiros foram batizados em homenagem aos heróis da Guerra de Tróia.

Os Troianos que sobraram, 11.500, estão aparacendo mais, com 100 metros de comprimento, vagueiam para a frente e para atrás, para cima e para abaixo, num raio de 30 graus...

Saturno é o principal culpado, seu campo gravitacional perturba a delicada combinação Sol-Júpiter,

"De vez em quando um deles é arrancado de seu lugar pelos campos gravitacionais unidos, de Saturno, Urano e Netuno, vagando em direção ao Sol, e colide com Marte ou com a Terra...

"Há asteróides desgarrados chegando até Netuno, todos eles um perigo em potencial...



Página 86 - O MARTELO DE DEUS -

"Em 1632, o papa Urbano VII, cometeu um erro terrível, permitiu que seu amigo Galileu fosse condenado por ensinar o que agora sabemos ser uma verdade fundamental: que a Terra gira ao redor do Sol...

A Igreja pediu desculpas à Galileu em 1992, mas foi um golpe em sua digna sapiência ...



Página 140 - O MARTELO DE DEUS -

3/4 DA Terra é coberto de água, provavelmente, um impacto ocorrerá no mar.

Haverá tempo para evacuar as ilhas menores, antes que sejam varridas do mapa por ondas de quilômetros de altura?

Caindo em terre firme, não haverá esperanças em um raio de centenas de quilometros. Todos seriam vaporizados instantaneamente. Todos os edifícios em uma área continental seriam derrubados pela onda de choque.

Os abrigos subterrâneos desmoronando, os vivos invejariam os mortos.

A fumaça enegreceria o céu por meses, talvez por anos, .

A maior parte da vegetação não sobreviveria, à falta de sol e chuva saturada de ácido nítrico produzido quando a bola de fogo fundisse megatons do oxigênio e nitrogênio da atmosfera inferior.

A Terra ficará inabitável por décadas, e a única segurança será encontrada no espaço.



Página 145 - O MARTELO DE DEUS -

"E quem poderia imaginar que os fanáticos religiosos iriam querer destruir a Terra?


"...sempre aguardaram o momento que seriam arrebatados e levados para o céu...


Página 162 - O MARTELO DE DEUS

"Não desejamos causar alarme desnecessário, enquanto ainda há dúvidas.

O comportamento de cometas ativos é imprevisível...

"Talvez possamos extrair algumas lições da história do cometa Swift-Tuttle, descoberto por dois astrônomos norte-americanos em 1862. Ele ficou perdido por mais de um século... teve sua órbita alterada pelo efeito de jato ao aproximar-se do Sol...

"Quando foi redescoberto por um astrônomo amador japonês, em 1992, e sua nova trajetória foi calculada, causou um alarme generalizado.

"O Swift-Tuttle ter uma alta probabilidade de atingir a Terra em 14 de agosto de 2126.

"O episódio causou sensação, na época, mas hoje está quase esquecido.

Quando o cometa circundou o Sol, em 1992, seus jatos ativados pelo Sol, mais uma vez alteraram sua trajetória, , agora uma órbita segura.

"Ele passará seguro a uma distância considerável da Terra, em 2126, e nós poderemos admirá-lo como um espetáculo seguro no céu.

"Nem sempre poderemos contar com uma sequência de eventos favoráveis...

"Embora a genealogia do descobridor ainda seja desconhecida (a acusação costuma recair sobre os irlandeses), a 'Lei de Murphy' é uma das mais famosas em tudo o que é relacionado com o planejamento: "Se alguma coisa pode dar errado, dará".


Observações pessoais de Rui Santos de Souza:

O genial Arthur Clarke, em poucas pinceladas, de uma atualidade fantástica...


RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 31 de julho de 2011 - 19h:42














quinta-feira, 28 de julho de 2011

Astronomia: "Quando o 'acaso' dita as regras... a Ciência pode ser insuficiente" (A)(Alínea A))

Livro: "Os Macacos-tecnológicos"

Segundo Capítulo.


"Quando o acaso dita as regras, a Ciência pode vir a ser insuficiente" (Roger Trimer)

A Astronomia e a Geologia são as duas áreas da Ciência que podem dar o veredicto que decidirá o Futuro do Planeta Terra.

A Astronomia precisa de recursos financeiros suficientes para encontrar e observar os asteróides, calcular suas órbitas, fazendo cálculos complexos sobre as probabilidades de uma rota de colisão com a Terra.

A Astronomia necessita de todos os recursos financeiros necessários, pois tem a responsabilidade de colocar poderosos radiotelescópios, no lado oculto da Lua, computando os dados recebidos, criando uma régua invisível que defina a órbita dos asteróides, com precisão de centímetros.

A Astronomia tem a responsabilidade de fazer o levantamento mais completo possível dos asteróides e cometas que cruzam a órbita da Terra, determinando a possibilidade de uma ameaça potencial.

Precisa de um orçamento que cumprir esta missão, na construção de uma rede mundial de telescópios.

Já foram detectados mais de um milhão de asteróides, mas o trabalho da Astronomia não pode parar, pois existe a possibilidade de algum intruso surgir das remotas regiões não mapeadas do Sistema Solar.

Pode surgir no Sistema Solar, um asteróide intruso, atravessando a ótbita de Saturno, em direção ao Sol.

Foi exatamente o que aconteceu na Sibéria, em Tunguska, no ano de 1908.

As ondas de choque derrubaram mais de dois mil kilometros quadrados de árvores nativas, e o estrondo foi mais forte desde a explosão do vulcão Krakatoa.

Duas horas de atraso na sua rota de colisão, e Moscou teria sido atingida.

Meteoritos não caem na Terra, caem no Sol, mas a Terra está no caminho (John W. Campbell).

A Lua e todos os corpos celestes, mesmo os de menor tamanho, estão expostos a um bombardeamento cósmico constante. Basta verificar as marcas das crateras, em todos eles.

Neste ponto é estabelecida a conexão entre a Astronomia e a Geologia, pois os Geólogos são os responsáveis em encontrar as crateras.

A maior parte das crateras mais antigas estão cobertas pelas mudanças climáticas e geológicas do terreno. Outras crateras são tão imensas que só podem ser detectadas do espaço.

A extinção dos dinossauros: foram extintos entre os períodos Cretáceo e Terciário, e hoje sabemos que a causa foi uma catástrofe global, em consequência da queda de um meteoro.

Segundo estudos recentes, a cada um milhão de anos ocorre uma colisão catastrófica, que provoca a extinção de quase todas as espécies, a última registrada , a dos dinossauros, já faz 70 milhões de anos, portanto, uma colisão que provoque uma catástrofe global, já está atrasada 70 milhões de anos.

Neste exato momento, em que você abre a tela do seu computador para ler este artigo, um corpo celeste de proporções desconhecidas, numa velocidade aproximada de 50.000 kilometros por hora, viaja em direção ao Sol, atraído por sua força gravitacional, e nós estamos no caminho, e o choque será mortal, uma sentença de morte para quase todas as espécies.

Este acontecimento é certo, precisamos saber o dia e a hora, estar atentos, investir todos os recursos necessários em pesquisas na área de astronomia, construir todos os mais potentes radiotelescópios possíveis, posicioná-los no lado oculto da Lua, emitir alertas e prevenir uma extinção global de todas as espécies, ou ainda pior, dependendo das proporções do objeto, suas dimensões e massa, poderá ocorrer uma destruição da nossa proteção magnética, acabando com a força da gravidade na Terra, impossibilitando a vida, o que sabemos ter ocorrido em Marte, no seu passado geológico.

"Uma inteligência que em um determinado instante pudesse compreender todas as forças pelas quais a natureza é animada... uma inteligência vasta o bastante para submeter à análise estes dados... iria englobar na mesma fórmula o movimento dos maiores corpos do Universo e dos mais ínfimos átomos; para esta inteligência nada seria incerto, e o futuro, assim como o passado, seria presente aos seus olhos." (Pierre Simon de Laplace, 1814 - Matemático Frances).

A inteligência profetizada por Laplace surgiu, e formulou a "Teoria do Caos".

"Visão Cósmica", é a a interdisciplinariedade, conexão, entre todas as ciências, possibilita uma interpretação das probabilidades do futuro da vida, computando e tabulando as coordenadas do "acaso".

Imagino que neste momento presente, quando a NASA anuncia que um satélite está orbitando o meteoro "Vesta", com dimensões consideráveis de aproximadamente 525 kilometros de comprimento, o objetivo secreto e inconfessável publicamente, é o de receber os sinais de rádio do satélite, podendo observar e calcular a órbita do meteoro, com exatidão, que por suas dimensões possui uma pequena lua.

Em Astronomia, não existe lugar para "certezas" ou "esperanças".

Em Astronomia existe lugar para muito investimentos financeiros, investigação científica, construção de equipamentos de alta tecnologia, com o objetivo de alertar e prevenir.

A Astronomia não pode falhar, precisa calcular as probabilidades do "acaso", não pode ser "insuficiente".

Os recursos financeiros destinados às pesquisas astronômicas não podem ser desviados para as guerras, não pode vazar no ralo da corrupção, muito menos ser utilizado para o consumismo de acessórios desnecessários.

Os recursos financeiros destinados à Astronomia não podem ser utilizados para a Guerra: navios de guerra, aviões de guerra, operações de guerra, sustentar o custo financeiro das guerras que ceifam as vidas dos jovens soldados.

A Astronomia tem por objetivo investigar, observar e realizar cálculos necessários com o objetivo de "salvar" e prolongar vidas.

Os recursos financeiros destinados às pesquisas e equipamentos astronômicos não podem ser apropriados por administradores públicos corruptos.

Muito menos desperdiçados em consumismos de acessórios desnecessários: obras públicas decorativas, com fins eleitorais.

O Paneta Terra exibe as cicatrizes de mais de mil impactos de meteoros, alguns com extensão de centenas de kilometros.

Existe uma enorme cicatriz no Estado do Arizona, US.

Quando o acaso dita as regras, a Astronomia não pode ser insificiente.

O Planeta Terra faz uma viagem de 365 dias ao redor do Sol, todos os anos, uma viagem na periferia da Via Láctea, com milhões de obstáculos perigosos no percurso.

Dependemos do Sol, da estabilidade das órbitas de bilhões de outros corpos celestes que circundam a Terra.

Tempestades, meteoros, colisões, desvios de órbitas, invasores, incontáveis perigos ameaçam a vida no Planeta Terra.

A Astronomia não pode ser insuficiente:
Precisa calcular o invisível...
Prever o impossível...
Medir o infinito...
Pesar a massa do imponderável...
Calcular todas as probabilidades aleatórias...
Acertar o incerto...
Realizar a ficção...

O Espaço Cósmico é cheio de vida, mas o acaso dita as regras

Quando a Astronomia for insuficiente, os único refúgio será o desespero...

Continuaremos falando sobre Astronomia no próximo capítulo.

Estes artigos são partes de um livro que estou escrevendo, vendidos a 1 dólar cada capítulo, e os recursos financeiros da venda serão aplicados no projeto de "Mapeamento da elevação do nível do Mar, no litoral brasileiro.

Faça sua doação de 1 dólar.

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RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 30 de julho de 2011 - 08:h:50