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quarta-feira, 7 de março de 2012

A "Janela de Tempo" está fechando.





A "Janela de Tempo" está fechando, agora.

As Leis da Sismologia, Meteorítica, Geologia, Física, Geofísica, Climatologia, e Astronomia, conhecidas,   possibilitam  ainda uma tênue esperança de sobrevivência para a nossa espécie, mas a "janela de tempo", que permite uma ação, é agora, pois está fechando.

As previsões mais pessimistas estão superadas, foram otimistas demais.

O cenário previsto para 2100, agora é dado como certo em 2050.

As ações isoladas não conseguirão a necessária força de impacto, para reverter a evolução dos ciclos de desdobramentos catastróficos inevitáveis.

E precisamos de uma "margem de segurança de tempo", para que as ações empreendidas provoquem as mudanças desejadas, se não ocorrer imprevistos.

Existem, neste momento, sete bilhões de vidas humanas, na dependência que a mensagem de aviso seja decodificada, e as ações necessárias sejam executadas, dentro da "Janela de tempo", que está fechando.

Aproximadamente 2.1 bilhões de pessoas, usuárias da Internet em todo o mundo, devem ser avisadas,  mobilizando as forças suficientes para uma mobilização global, visando a ação efetiva da humanidade, na urgente e ampla compreensão do que está acontecendo, e vai acontecer,  em breve, no Planeta Terra.

A Realidade superou a Ficção, e poucos especialistas, horrorizados com os cenários de gráficos computacionais,   conseguem ter esta ampla visão do que está acontecendo, e o mais grave, do que está para acontecer, mas estão amordaçados pelo burocrático silêncio governamental, e algemados pelos poderosos interesses econômicos, que governam os nossos destinos.

Dia da Terra
RUI SANTOS DE SOUZA
Brazil, Curitiba, 7 de março de 2012 - 00h:54

sábado, 20 de agosto de 2011

Revelando o futuro: veja o passado (1)

Extinção em massa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Uma extinção em massa é um acontecimento relativamente comum no registo geológico que se caracteriza pelo decréscimo grupo da biodiversidade através da extinção de vários grupos. Todas as divisões da escala de tempo geológico são marcadas por critérios estratigráficos que se baseiam no estudo de extinções em massa. O fenómeno é parte essencial da hipótese do equilíbrio pontuadoproposta por Stephen Jay Gould e Niles Eldredge.

Apesar de ser um fenómeno usual (considerando o tempo geológico), houve diversos eventos de extinção massiva particularmente violentos (ver lista em baixo), que vitimaram mais de metade das formas de vida. Estes episódios estão normalmente associados à formação ou divisão de super-continentes, isto é, quando no decurso da deriva continental várias massas de terra se juntam para formar um único continente, ou quando este se separa noutros. A extinção permo-triássica, por exemplo, ocorreu durante a formação da Pangea e a extinção K-T está associada à abertura doOceano Atlântico.

As causas para as extinções em massa variam de evento para evento, se bem que há normalmente factores em comum entre eles o que sugere que sejam resultado não de um mas uma combinação de fenómenos. Entre as causas mais citadas, destacam-se teorias de impactos de asteróides, erupções vulcânicas de basaltos continentais, alterações climátícas, explosões de estrelas que lancem radiação nociva para a Terra, entre outras.


Eventos ocorridos

A Terra já passou por diversas extinções em massa, algumas de proporções devastadoras, levando ao desaparecimento completo de diversas espécies, e outras menores, no qual foram extintos somente alguns grupos de seres vivos.

[editar]Maiores extinções em massa

As extinções em massa de grandes proporções normalmente marcam a mudança de um período da história. Por exemplo, a extinção do Cambriano marcou a passagem do período Cambriano para oOrdoviciano.

[editar]

RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 20 de agosto de 2011 - 09h:20

domingo, 7 de agosto de 2011

Pangéia: Bem-vindos ao Inférno!

O Universo iniciou com uma explosão de hidrogênio e hélio, expelindo material ígneo em todas as direções, numa velocidade fantástica.

O Globo terrestre rompeu-se em tons vermelhos, amarelos.

Nosso planeta surgiu do fogo, há cerca de quatro bilhões e meio de anos.

Girando nuvens de poeira e gases em contração, que foram solidificando aos poucos.

O Planeta Terra foi transformando-se do estado gasoso para o sólido.

No princípio a Terra um planeta de rocha derretida e, lentamente, os elementos mais pesados, níquel e fero, solidificaram um um denso núcleo.

Os materiais rochosos mais leves, basalto e granito, derretidos, emergiram, esfriaram, e criaram um fina crosta.

Havia um manto em torno do núcleo.

A esfera era rochosa e árida.

Começou a chover, densas nuvens, com muitos raios.

Chuva por milhares de anos, até a Terra ficar coberta de água, esfriando vagarosamente, uma bola de água gigante, a água evaporando, até surgir terra flutuante.

Blocos de terra continentais, deslocando-se em direção ao Equador, formando um gigantesco e ainda árido supercontinente.

Pangéia: termo grego que significa "Todas as terras".

Depois de formada, a Pangéia foi dividindo-se, por forças que desconhecemos, talvez correntes de convecção, surgindo os vulcões, e os gases emitidos pelos vulcões deram origem à vida geológica, com rompimento de Pangéia iniciou os terremotos.

Alguém escava um poço de exploração mineral na Europa, e lubrifica uma falha geológica desconhecida, dois anos depois ocorre um grande terremoto no Alasca.

Quando o "caos" dita as regras, é impossível fazer previsões, otimistas ou pessimistas.

O Planeta Terra não obedece nossas tabelas de especificações técnicas.

E nenhum trabalho cientifico sério poder ser realizado sem financiamento.

Os sinais existem, mas precisam ser decodificados.

Para prever eventos geológicos é necessário providenciar os registros de tensão, aumento de atividades após o período de dilatação, .

Quando a atividade de lubrificação, e pode ter origem em grandes inundações, lubrifica a falha geológica, provocando uma alteração na falha.

É possível descobrir um padrão no caos?

Os pequenos pedaços de terra juntados, em uma grande massa continental, com enormes variações meteorológicas, rachou repentinamente, e os continentes chocavam-se uns contra os outros.

Neste quadro caótico, há 65 milhões de anos, no início do período Terciário, o fim dos dinossauros, a Terra cuspindo fogo através dos vulcões e estremecendo com os terremotos, um meteoro de oito quilômetros de largura, furou a atmosfera, batendo na Península de Iucatan, , levantando uma gigantesca manta de poeira, espalhou-se por todo o Globo Terrestre, , provocando uma linha sucessiva de terremotos partindo do local do impacto, originando atividade vulcânica do outro lado da esfera terrestre.

Mas existem os eventos ignorados.

Com cerca de 1.400 quilômetros de diâmetro, a Lua tem terremotos, cerca de três mil por ano, escala Richeter 2.

Falhas elísias e emissões de gás radônio são instrumentos importantes na detecção de fenômenos geológicos.

A Natureza não coopera, precisa ser domada, ou aprender a conviver com ela.

Qual é a relação entre terremotos, fases lunares e explosões solares?

Qual é a causa para setenta por cento dos terremotos no Vale do Mississippi ocorrer entre os meses de novembro e fevereiro?

Os grandes terremotos ocorrem durante o período de baixa atividade das manchas solares?

Para prevenir terremotos é preciso saber que nenhum teste é perfeito, o que faz difícil qualquer previsão, , é necessário verificar o aumento da atividade elétrica, o aumento das emissões de hélio e radônio, finalmente a dilatação e os registros de tensão na área pesquisada.

Em quatro mil anos de história registrada, mas de 13 milhões de pessoas já morreram em consequência direta de terremotos.

É urgente ter a capacidade de prever áreas de danos ao longo das linhas das falhas geológicas.

Só encontraremos as respostas, com o conhecimento da pergunta que deve ser formulada.

Dedicar-se às pesquisas científicas e estender o olhar para um horizonte que ninguém mais pode ver.

Talvez não seja possível controlar o Planeta Terra, mas podemos conhecer os mecanismos, com anos de antecedência, planejar nossas ações e investimentos nos recursos naturais, autossustentáveis.

As mudanças geológicas no Planeta Terra, radicais numa escala de tempo de milhares de anos, fizeram desgarrar a porção de matéria que originou a nossa Lua.

Com o desaceleramento do movimento de rotação da Terra, a Lua afasta-se, alterando a influência que a Lua tem sobre os Oceanos, gerando outras transformações geológicas e climáticas, que desconhecemos.

À pesquisa científica é feito o desafio de prever o impossível, e conhecer o inconcebível.

Tenho arriscado minha exposição ao ridículo ao afirmar, em diferentes artigos, que a extração de minérios, óleo e água, construções subterrâneas, tuneis, pontes, grandes reservatórios de água, impermeabilização do solo urbano, explosões nucleares, são fatores que estão interferindo na estrutura geológica do nosso Planeta Terra, transformado num grande "queijo suíço", causada pela ação humana.

Acrescentando os fatores geológicos e meteorológicos naturais, mais os fatores astronômicos imponderáveis, gerados pelo "caos natural" que determina os acontecimentos no Universo, estamos confrontados com possibilidades inimagináveis.

Uma das muitas questões que precisa ser respondida:

Tomando como exemplo o terremoto no Japão, que afetou uma usina nuclear, liberando material radioativo que está contaminado o subsolo, alimentos e águas, quais serão as consequências sobre as usinas nucleares, mais próximas do evento, após a colisão do próximo meteoro, que está aproximando-se perigosamente, em rota de colisão?

Quantas grandes barragens de águas serão rompidas?

Caso a colisão ocorra no mar, e é provável, a Tsunami resultante da colisão provocará na área litorânea mais próxima, as mesmas consequências caso a colisão fosse no continente.

As mudanças nos cursos dos grandes rios planetários, a inversão térmica dos oceanos, o redirecionamento da direção dos ventos, as mudanças de inclinação do eixo da Terra, enfraquecimento da nossa proteção magnética, mudanças dos polos magnéticos, o derretimento das geleiras, a elevação do nível dos oceanos, explosões solares, aumento da emissão do gás metano na atmosfera, são fatores imponderáveis que mudam o curso do futuro climático e geológico.

O preço da indiferença diante das atuais mudanças climáticas e geológicas, terá um custo altíssimo financeiro, o que provocará "dor no bolso", a parte mais sensível do corpo humano.

Basta citar como exemplo os prejuízos financeiros das inundações no Paquistão, do terremoto no Haiti, a fome na Somália, as trágicas consequências financeiras do terremoto no Japão, a onda de calor nos Estados Unidos da América, a erupção do vulcão na Islândia, no ano passado, e os próximos desastres ambientais.

É preciso prever e prevenir, descobrindo "onde" e "quando" ocorrerá o próximo desastre ambiental.

Escrevi um artigo cujo título é "Silêncio, a Terra está falando", basta ouvir a Mãe Natureza, os animais estão falando, as rochas estão falando, os ventos estão falando, as águas estão falando, o Sol está falando, o núcleo da Terra está falando, as placas tectônicas estão falando, a cor da vegetação está falando, os gases na atmosfera estão falando...

Mas é necessário cessar todos os "ruídos" que a espécie humana provoca, para ouvir os "ultra" e os "sub"sons, que a Mãe Natureza está emitindo...



RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Cuiritba, 07 de agosto de 2011 - 21h05

domingo, 31 de julho de 2011

Astronomia: "O MARTELO DE DEUS" (Arthur C. Clarke)

O MARTELO DE DEUS - Arthur C. Clarke - Tradução Roger Trimer - Editora Siciliano - São Paulo, 1995 - 3ª Edição, 1996

Página 67 - O MARTELO DE DEUS

"Em 1772, o matemático francês Lagrange descobriu que os campos gravitacionais do Sol e de Júpiter podiam combinar-se para produzir um fenômeno muito interessante.

Sobre a órbita de Júpiter, 60 graus à frente, e 60 graus atrás, há dois pontos de estabilidade. Um corpo celeste colocado em qualquer dos dois pontos manterá a mesma distância do Sol e de Júpiter, formando um imenso triângulo equilátero.

"Não se sabia da existência de asteróides enquanto Lagrange vivia, e ele provavelmente nunca imaginou que sua teoria chegaria a ter uma demonstração prática. foram necessários mais de 100 anos, para que Achilles fosse descoberto na esteira de Júpiter, a 60 graus. Um ano mais tarde encontrou-se Patroclus, não muito distante dali, e depois Hector, mas este no ponto 60 graus à frente de Júpiter. Hoje conhecemos mais de dez mil desses asteróides, assim chamados porque os primeiros foram batizados em homenagem aos heróis da Guerra de Tróia.

Os Troianos que sobraram, 11.500, estão aparacendo mais, com 100 metros de comprimento, vagueiam para a frente e para atrás, para cima e para abaixo, num raio de 30 graus...

Saturno é o principal culpado, seu campo gravitacional perturba a delicada combinação Sol-Júpiter,

"De vez em quando um deles é arrancado de seu lugar pelos campos gravitacionais unidos, de Saturno, Urano e Netuno, vagando em direção ao Sol, e colide com Marte ou com a Terra...

"Há asteróides desgarrados chegando até Netuno, todos eles um perigo em potencial...



Página 86 - O MARTELO DE DEUS -

"Em 1632, o papa Urbano VII, cometeu um erro terrível, permitiu que seu amigo Galileu fosse condenado por ensinar o que agora sabemos ser uma verdade fundamental: que a Terra gira ao redor do Sol...

A Igreja pediu desculpas à Galileu em 1992, mas foi um golpe em sua digna sapiência ...



Página 140 - O MARTELO DE DEUS -

3/4 DA Terra é coberto de água, provavelmente, um impacto ocorrerá no mar.

Haverá tempo para evacuar as ilhas menores, antes que sejam varridas do mapa por ondas de quilômetros de altura?

Caindo em terre firme, não haverá esperanças em um raio de centenas de quilometros. Todos seriam vaporizados instantaneamente. Todos os edifícios em uma área continental seriam derrubados pela onda de choque.

Os abrigos subterrâneos desmoronando, os vivos invejariam os mortos.

A fumaça enegreceria o céu por meses, talvez por anos, .

A maior parte da vegetação não sobreviveria, à falta de sol e chuva saturada de ácido nítrico produzido quando a bola de fogo fundisse megatons do oxigênio e nitrogênio da atmosfera inferior.

A Terra ficará inabitável por décadas, e a única segurança será encontrada no espaço.



Página 145 - O MARTELO DE DEUS -

"E quem poderia imaginar que os fanáticos religiosos iriam querer destruir a Terra?


"...sempre aguardaram o momento que seriam arrebatados e levados para o céu...


Página 162 - O MARTELO DE DEUS

"Não desejamos causar alarme desnecessário, enquanto ainda há dúvidas.

O comportamento de cometas ativos é imprevisível...

"Talvez possamos extrair algumas lições da história do cometa Swift-Tuttle, descoberto por dois astrônomos norte-americanos em 1862. Ele ficou perdido por mais de um século... teve sua órbita alterada pelo efeito de jato ao aproximar-se do Sol...

"Quando foi redescoberto por um astrônomo amador japonês, em 1992, e sua nova trajetória foi calculada, causou um alarme generalizado.

"O Swift-Tuttle ter uma alta probabilidade de atingir a Terra em 14 de agosto de 2126.

"O episódio causou sensação, na época, mas hoje está quase esquecido.

Quando o cometa circundou o Sol, em 1992, seus jatos ativados pelo Sol, mais uma vez alteraram sua trajetória, , agora uma órbita segura.

"Ele passará seguro a uma distância considerável da Terra, em 2126, e nós poderemos admirá-lo como um espetáculo seguro no céu.

"Nem sempre poderemos contar com uma sequência de eventos favoráveis...

"Embora a genealogia do descobridor ainda seja desconhecida (a acusação costuma recair sobre os irlandeses), a 'Lei de Murphy' é uma das mais famosas em tudo o que é relacionado com o planejamento: "Se alguma coisa pode dar errado, dará".


Observações pessoais de Rui Santos de Souza:

O genial Arthur Clarke, em poucas pinceladas, de uma atualidade fantástica...


RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 31 de julho de 2011 - 19h:42














quinta-feira, 28 de julho de 2011

Astronomia: "Quando o 'acaso' dita as regras... a Ciência pode ser insuficiente" (A)(Alínea A))

Livro: "Os Macacos-tecnológicos"

Segundo Capítulo.


"Quando o acaso dita as regras, a Ciência pode vir a ser insuficiente" (Roger Trimer)

A Astronomia e a Geologia são as duas áreas da Ciência que podem dar o veredicto que decidirá o Futuro do Planeta Terra.

A Astronomia precisa de recursos financeiros suficientes para encontrar e observar os asteróides, calcular suas órbitas, fazendo cálculos complexos sobre as probabilidades de uma rota de colisão com a Terra.

A Astronomia necessita de todos os recursos financeiros necessários, pois tem a responsabilidade de colocar poderosos radiotelescópios, no lado oculto da Lua, computando os dados recebidos, criando uma régua invisível que defina a órbita dos asteróides, com precisão de centímetros.

A Astronomia tem a responsabilidade de fazer o levantamento mais completo possível dos asteróides e cometas que cruzam a órbita da Terra, determinando a possibilidade de uma ameaça potencial.

Precisa de um orçamento que cumprir esta missão, na construção de uma rede mundial de telescópios.

Já foram detectados mais de um milhão de asteróides, mas o trabalho da Astronomia não pode parar, pois existe a possibilidade de algum intruso surgir das remotas regiões não mapeadas do Sistema Solar.

Pode surgir no Sistema Solar, um asteróide intruso, atravessando a ótbita de Saturno, em direção ao Sol.

Foi exatamente o que aconteceu na Sibéria, em Tunguska, no ano de 1908.

As ondas de choque derrubaram mais de dois mil kilometros quadrados de árvores nativas, e o estrondo foi mais forte desde a explosão do vulcão Krakatoa.

Duas horas de atraso na sua rota de colisão, e Moscou teria sido atingida.

Meteoritos não caem na Terra, caem no Sol, mas a Terra está no caminho (John W. Campbell).

A Lua e todos os corpos celestes, mesmo os de menor tamanho, estão expostos a um bombardeamento cósmico constante. Basta verificar as marcas das crateras, em todos eles.

Neste ponto é estabelecida a conexão entre a Astronomia e a Geologia, pois os Geólogos são os responsáveis em encontrar as crateras.

A maior parte das crateras mais antigas estão cobertas pelas mudanças climáticas e geológicas do terreno. Outras crateras são tão imensas que só podem ser detectadas do espaço.

A extinção dos dinossauros: foram extintos entre os períodos Cretáceo e Terciário, e hoje sabemos que a causa foi uma catástrofe global, em consequência da queda de um meteoro.

Segundo estudos recentes, a cada um milhão de anos ocorre uma colisão catastrófica, que provoca a extinção de quase todas as espécies, a última registrada , a dos dinossauros, já faz 70 milhões de anos, portanto, uma colisão que provoque uma catástrofe global, já está atrasada 70 milhões de anos.

Neste exato momento, em que você abre a tela do seu computador para ler este artigo, um corpo celeste de proporções desconhecidas, numa velocidade aproximada de 50.000 kilometros por hora, viaja em direção ao Sol, atraído por sua força gravitacional, e nós estamos no caminho, e o choque será mortal, uma sentença de morte para quase todas as espécies.

Este acontecimento é certo, precisamos saber o dia e a hora, estar atentos, investir todos os recursos necessários em pesquisas na área de astronomia, construir todos os mais potentes radiotelescópios possíveis, posicioná-los no lado oculto da Lua, emitir alertas e prevenir uma extinção global de todas as espécies, ou ainda pior, dependendo das proporções do objeto, suas dimensões e massa, poderá ocorrer uma destruição da nossa proteção magnética, acabando com a força da gravidade na Terra, impossibilitando a vida, o que sabemos ter ocorrido em Marte, no seu passado geológico.

"Uma inteligência que em um determinado instante pudesse compreender todas as forças pelas quais a natureza é animada... uma inteligência vasta o bastante para submeter à análise estes dados... iria englobar na mesma fórmula o movimento dos maiores corpos do Universo e dos mais ínfimos átomos; para esta inteligência nada seria incerto, e o futuro, assim como o passado, seria presente aos seus olhos." (Pierre Simon de Laplace, 1814 - Matemático Frances).

A inteligência profetizada por Laplace surgiu, e formulou a "Teoria do Caos".

"Visão Cósmica", é a a interdisciplinariedade, conexão, entre todas as ciências, possibilita uma interpretação das probabilidades do futuro da vida, computando e tabulando as coordenadas do "acaso".

Imagino que neste momento presente, quando a NASA anuncia que um satélite está orbitando o meteoro "Vesta", com dimensões consideráveis de aproximadamente 525 kilometros de comprimento, o objetivo secreto e inconfessável publicamente, é o de receber os sinais de rádio do satélite, podendo observar e calcular a órbita do meteoro, com exatidão, que por suas dimensões possui uma pequena lua.

Em Astronomia, não existe lugar para "certezas" ou "esperanças".

Em Astronomia existe lugar para muito investimentos financeiros, investigação científica, construção de equipamentos de alta tecnologia, com o objetivo de alertar e prevenir.

A Astronomia não pode falhar, precisa calcular as probabilidades do "acaso", não pode ser "insuficiente".

Os recursos financeiros destinados às pesquisas astronômicas não podem ser desviados para as guerras, não pode vazar no ralo da corrupção, muito menos ser utilizado para o consumismo de acessórios desnecessários.

Os recursos financeiros destinados à Astronomia não podem ser utilizados para a Guerra: navios de guerra, aviões de guerra, operações de guerra, sustentar o custo financeiro das guerras que ceifam as vidas dos jovens soldados.

A Astronomia tem por objetivo investigar, observar e realizar cálculos necessários com o objetivo de "salvar" e prolongar vidas.

Os recursos financeiros destinados às pesquisas e equipamentos astronômicos não podem ser apropriados por administradores públicos corruptos.

Muito menos desperdiçados em consumismos de acessórios desnecessários: obras públicas decorativas, com fins eleitorais.

O Paneta Terra exibe as cicatrizes de mais de mil impactos de meteoros, alguns com extensão de centenas de kilometros.

Existe uma enorme cicatriz no Estado do Arizona, US.

Quando o acaso dita as regras, a Astronomia não pode ser insificiente.

O Planeta Terra faz uma viagem de 365 dias ao redor do Sol, todos os anos, uma viagem na periferia da Via Láctea, com milhões de obstáculos perigosos no percurso.

Dependemos do Sol, da estabilidade das órbitas de bilhões de outros corpos celestes que circundam a Terra.

Tempestades, meteoros, colisões, desvios de órbitas, invasores, incontáveis perigos ameaçam a vida no Planeta Terra.

A Astronomia não pode ser insuficiente:
Precisa calcular o invisível...
Prever o impossível...
Medir o infinito...
Pesar a massa do imponderável...
Calcular todas as probabilidades aleatórias...
Acertar o incerto...
Realizar a ficção...

O Espaço Cósmico é cheio de vida, mas o acaso dita as regras

Quando a Astronomia for insuficiente, os único refúgio será o desespero...

Continuaremos falando sobre Astronomia no próximo capítulo.

Estes artigos são partes de um livro que estou escrevendo, vendidos a 1 dólar cada capítulo, e os recursos financeiros da venda serão aplicados no projeto de "Mapeamento da elevação do nível do Mar, no litoral brasileiro.

Faça sua doação de 1 dólar.

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Earth of Day: I have a Dream! http://t.co/acvgJMH
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Best-seller: "The monkeys-technological and their 'Shiva Goddess'... http://t.co/BWjNPlu -
Macacos-tecnológicos - Guerras: Equação Impossível... http://t.co/XHqCWcR
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Equation of the Global Financial Crisis ... http://t.co/rRV4I8I
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RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 30 de julho de 2011 - 08:h:50














domingo, 10 de julho de 2011

Dialética:Tese, Antítese e Síntese.


Image Google



Dialética

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Dialética (português brasileiro) ou Dialéctica (português europeu) (do grego διαλεκτική (τέχνη), pelo latimdialectĭca ou dialectĭce) é um método de diálogo cujo foco é a contraposição e contradição de ideias que leva a outras ideias e que tem sido um tema central na filosofia ocidental e oriental desde os tempos antigos.
"Aos poucos, passou a ser a arte de, no diálogo, demonstrar uma tese por meio de uma argumentação capaz de definir e distinguir claramente os conceitos envolvidos na discussão." "Aristóteles considerava Zenão de Eléia (aprox. 490-430 a.C.) o fundador da dialética. Outros consideraram Sócrates (469-399 AEC)". (Konder, 1987, p. 7).
Um dos métodos diáleticos mais conhecidos é o desenvolvido pelo filósofo alemão Hegel (1770-1831).

Visões sobre a dialética


Os elementos do esquema básico do método dialético são a tese, a antítese e a síntese.
A tese é uma afirmação ou situação inicialmente dada. A antítese é uma oposição à tese. Do conflito entre tese e antítese surge a síntese, que é uma situação nova que carrega dentro de si elementos resultantes desse embate. A síntese, então, torna-se uma nova tese, que contrasta com uma nova antítese gerando uma nova síntese, em um processo em cadeia infinito.
A filosofia descreve a realidade e a reflete, portanto a dialética busca, não interpretar, mas refletir acerca da realidade. Por isso, seus três momentos (tese, antítese e síntese) não são um método, mas derivam da dialética mesma, da natureza das coisas.
A dialética é a história do espírito, das contradições do pensamento que ela repassa ao ir da afirmação à negação. Em alemão aufheben significa supressão e ao mesmo tempo manutenção da coisa suprimida. O reprimido ou negado permanece dentro da totalidade.
Esta contradição não é apenas do pensamento, mas da realidade, já que ser e pensamento são idênticos. Esta é a proposição da dialética como método a partir de Hegel. Tudo se desenvolve pela oposição dos contrários: filosofia, arte, ciência e religião são vivos devido a esta dialética. Então, tudo está em processo de constante devir.
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Dialética:Tese, Antítese e Síntese.

Usando o método dialético, responda as seguintes perguntas, em busca da "Síntese".

Formularei as teses, através do método dialético, que é o de formular perguntas.
Você responderá, o que consistirá na "Antítese".
Em busca da "Síntese"

Qual é a origem da vida no Planeta Terra?

A formação da primitiva cadeia de carbono/aminoácidos ocorreu no "Caldo Primitivo",  foi inoculada no "caldo primitivo" por poeiras de "Cometas", "chuvas de neutrinos", ou outro processo natural alienígena?

As mudanças geológicas e climáticas, ocorridas no passado, provocaram a extinção de outras civilizações em adiantado estágio de civilização?

Qual a causa da extinção de antigas civilizações que temos registros históricos, mas que desapareceram de forma repentina, misteriosamente?

Qual a origem do avançado conhecimento astronômico de antigas civilizações? Simples aldeões, iletrados, cansados de um dia de trabalho,sem instrumentos astronômicos, olhando para o horizonte, durante todas as noites do ano, foram capazes de adiantado conhecimento técnico em astronomia?

Quais as tecnologias usadas na construção de sofisticadas construções arquitetônicas das civilizações antigas, que foram capazes de cortar com simetria perfeita, toneladas de granitos, esculpindo figuras, prédios, monumentos, túmulos, templos, obras de "tirar o folego", mesmo diante dos recursos tecnológicos que dispomos em nosso tempo?

Atlântida foi uma simples lenda?

Quais os segredos ocultos em Stonehenge?

Quais segredos foram perdidos, com as Civilizações Maia, Azteca, Egípcia, Assíria, Medos, Persas, Babilônicas, Druidas, manuscritos originais do Velho Testamento, Biblioteca de Alexandria?

Quais as possíveis explicações para as misteriosas figuras geométricas nas Linhas e Geóglifos de Nazca, e das Pampas de Jumana?

A Ilha de Páscoa e a terra dos "Moais", com suas gigantescas esculturas?

Qual é o nosso roteiro na Via Láctea?

Qual é a origem da Lua?

O que acontece no centro da Via Láctea?

Existem formas de vidas inteligentes em outros Planetas?

Quais as implicações filosóficas e teológicas na hipótese da existência de vida alienígena?

Eram os "deuses", astronautas?

Quais as possibilidades de vida nas águas de "Enceladus"?

Aguardo, com ansiedade, suas respostas!

RUI SANTOS DE SOUZA
Brazil, Curitiba, 10 de julho de 2011 - 22h:28

Existe vida inteligente no Planeta Terra?


Leia, pense e responda: Existe vida inteligente no Planeta Terra?

A vida inteligente no Planeta Terra é um mito, uma lenda, não existe.

Existe sim, vida no Planeta Terra, mas não é inteligente.

- Cientificamente é impossível a existência de vida inteligente no Planeta Terra.

- Matematicamente é impossível.

Considerando a idade provável do Sistema Solar, a idade provável da existência do Planeta Terra, a idade provável do surgimento da vida unicelular no Planeta Terra, a idade provável do surgimento do primeiro homo-sapiens, considerando os registros geológicos e arquelógicos históricos mais antigos do Planeta Terra, ainda não existiu tempo suficiente para o surgimento de uma forma de vida inteligente no planeta Terra.

Por mais desagradável e ultrajante que seja, ainda estamos nos tempos das cavernas.

Não existiu o tempo suficiente para o crescimento de uma inteligência no Planeta Terra.



- Analisando sob o conhecimento que dispomos de Astronomia, é impossível a existência de vida planetária inteligente na Terra.

Não existiu, não existe, e jamais existirá uma forma de vida inteligente no Planeta Terra, sob o aspecto de possibilidades científicas, usando o rudimentar conhecimento de Astronomia que dispomos.

As mudanças no Eixo-da-Terra, os perigos existentes no movimento de Translação ao redor do Sol, nosso desconhecido itinerário na Via Láctea, o número de Cometas, Asteroides e Meteoritos em órbita no Sistema Solar, muitos em rota de colisão com a Terra, as Explosões Solares, as mudanças na proteção Magnética do Planeta Terra, os registros de grandes transformações já ocorridas na Terra, e em outros Planetas, são informações suficientes para afirmar que não existe vida inteligente no Planeta Terra, e jamais haverá, pois não teremos tempo suficiente para atingir qualquer nível de inteligência planetária.

- Geologicamente é impossível.

Estudando sob o aspecto da Geologia, constamos que o nosso Planeta Terra é inabitável. O número, a frequência e a intensidade de radicais transformações geológicas, descarta qualquer possibilidade de um tempo necessário para a formação de vida inteligente.

O surgimento, a formação, e as constante mutações Geológicas do Planeta Terra inviabilizam uma estabilidade geológica-ambiental, em tempo suficiente para o surgimento de uma espécie inteligente.

Quando uma espécie inicia o processo de formação de uma inteligência-planetária, um fenômeno geológico ou astronômico causa sua extinção.



- Biologicamente é impossível.

Os vírus, bactérias, doenças, contágios, alimentação inadequada, estilo de vida, fragilidade das células, envelhecimento precoce, são fatores biológicos que inviabilizam o tempo-estrutural necessário para o surgimento de uma forma de vida inteligente na Terra.

- Economicamente é impossível.

Os modelos de administrações econômicas, públicas e privadas, ao longo do espaço-tempo-primitivo, implantados, quanto à distribuição dos recursos naturais disponíveis, relações e sistemas de riquezas naturais, e sua distribuição social, inviabilizaram totalmente o surgimento de qualquer forma de vida inteligente no Planeta Terra.

- Socialmente é impossível.

O estilo, forma e conteúdo das Relações Sociais no Planeta Terra, entre quase todas as espécies existentes, inviabilizam qualquer possibilidade de vida-planetária-inteligente.

Quase todas as espécies são autofágicas, selvagens, imediatistas, invasivas, intolerantes, extremamente agressivas, faltando a construção de uma inter-relação-cooperativa, que permitisse a evolução de uma forma de vida planetária inteligente em nosso Planeta Terra.

- Religiosamente é impossível.

A comprovação religiosa da ausência de vida inteligente é verificada facilmente nas lendas e mitos religiosos, pois todo o altar-religioso-planetário é infestado de deuses sanguinários, que praticam genocídios épicos, que condenam, castigam, afligem, açoitam, sempre lenientes e compassivos com os seguidores teóricos, e feroz com os diferentes.

- Estudando a psicologia, também é impossível.

As diferentes áreas da Psicologia demonstram o grau de inteligência, de todas as espécies, mas particularmente de uma espécie, a Humana:

Guerras estúpidas e sem propósitos dignos, se é que alguma Guerra possa ter algum sentido ético e moralmente justificável...

Terrorismo internacional, sujo, indigno, que promove a morte de crianças inocentes, da forma mais bárbara e cruel que possa ser imaginado...

Violência Urbana insuportável, destruição de todos os bens naturais, dos valores construtivos e civilizatórios, abandono e indiferença aos direitos-naturais de cada espécie, destruição dos Rios, das Florestas, das Águas que bebemos, do Ar que respiramos, dos alimentos ricos e saudáveis que consumimos.

Assassinatos, roubos, furtos, corrupção, agressões, violações, invasões, exclusões sociais, trabalho infantil, mão-de-obra-escrava, exploração econômica, desprezo e indiferença ao conhecimento, ao pensamento, abandono da criatividade, da inteligência, da beleza, da música-melódica, da magia eterna do saber viver em harmonia com a Mãe Natureza.


- Sob qualquer ângulo de análise, constatamos que a vida inteligente no Planeta Terra é uma impossibilidade cientifica.

A vida-Inteligente no Planeta Terra é mais um mito, só mais uma lenda...


RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 10 de julho de 2011 - 10h:07

domingo, 16 de janeiro de 2011

mudanças #climáticas e #geológicas: Sinais não decodificados

Gosto de ler o Velho Testamento, alguns trechos são muito interessantes, e incrivelmente atualizados para os nossos dias.

Muitos textos bíblicos relatam a ira dos Reis e do povo ignorante, todos iletrados, daquele tempo, diante dos profetas que não mentiam, que tinham a coragem de dizer a verdade sobre as tragédias próximas.

Os Reis, e a "massa ignara", não gostavam das previsões sombrias, contra a vontade do Rei, todos, Reis e Povo, só queriam vaticínios otimistas.

Só desfrutavam dos favores dos Reis os profetas que faziam previsões otimistas, e os profetas que faziam previsões de desastres eram castigados, serrados ao meio, decapitados ou banidos do reino.

Incrível como continua tudo igual, cinco mil anos após tais escritos bíblicos.

Acabo de ler um artigo, @itecursos @gemswinc @NYTimes: #Quakes, #Tectonic and Theoretical http://nyti.ms/eCKOIh, que confirma o que venho dizendo desde de fevereiro de 2010, quase um ano, em que constato o seguinte:

As mudanças climáticas e geológicas atualmente em curso no Planeta Terra estão provocando consequências climáticas e geológicas inteiramente desconhecidas, e por serem desconhecidas, totalmente imprevisíveis.

Vejamos os seguintes pontos científicos e teóricos, comprovados posteriormente, o que é pacífico e possível na área científica:

Os Oceanos estão com suas correntes marítimas invertidas, em consequência das mudanças climáticas e geológicas em curso no Planeta Terra, o que possibilita tais alterações, que interferem na Rotação da Terra, pois a sucessão de terremotos está alterando a inclinação do Eixo do nosso Planeta.

As grandes concentrações de chuvas, localizadas, provocando enchentes desproporcionais ao terreno, provocam o aumento da pressão motriz sobre a placa tectônica atingida, com consequências desconhecidas e, portanto, imprevisíveis.

Somando a inversão das correntes oceânicas, com a pressão física das águas acumuladas nas enchentes, teremos a hipótese cientificamente possível da influência sobre os movimentos das placas tectônicas do Planeta Terra.

Temos outras evidências de fenômenos desconhecidos, que associados, podem estar provocando significativas alterações, sem que percebamos:

A alteração da pressão atmosférica, e seus efeitos sobre o manto terrestre...

A pressão física das águas acumuladas, sobre a movimentação das placas tectônicas em seus pontos de atritos, nas fissuras geológicas...

A modificação das temperaturas dos oceanos e dos grandes Lagos, com efeitos sobre as placas tectônicas...

A alteração da temperatura do manto terrestre, influindo de forma e consequências desconhecidas, portanto, imprevisíveis, sobre as placas tectônicas...

O derretimento das geleiras, somando-se à impermeabilização do solo urbano, mais a extração não planejada de recursos naturais em camadas profundas do manto terrestre...

A liberação do gás metano acumulado na camada permafrost Ártica, com um poder destrutivo 30 vezes maior que odióxido de carbono..., influindo e provocando reações desconhecidas sobre o clima, o que altera a geologia e o clima...

O processo de industrialização humana, e suas consequências imprevisíveis, sobre o clima e a geologia da Terra...

Estes e outros fenômenos, não mencionados, associados, evidentemente que estão provocando consequências desconhecidas, pois ainda não foram estudadas, que a Ciência, neste momento, não tem conhecimento, e quando perceber as consequências, terá sido muito tarde para garantir a sobrevivência da vida no Planeta Terra.

Temos outros fenômenos, atualmente em curso, com consequências desconhecidas, que caso estejam associados, as previsões e profecias mais pessimistas serão superadas em grandeza de escala de eventos climáticos e geológicos catatróficos:

Movimentação tectônica provocando uma sequência de terremotos com uma intensidade e frequências ainda não registradas na história moderna.

Erupções vulcânicas, ainda que, atualmente, em baixa escala, que provocam sucessivos terremotos, maior movimentação tectônica planetária, mas que caso estejam associadas planetariamente (e provavelmente estão), podem despertar outros vulcões mais perigosos, como é o caso do vulcão krakatoa, na Indonésia, ou do supervulcão Yellowstone, ou em outras regiões mais sensíveis geologicamente.

Previsões sombrias, que desagradam aos Reis e ao povo de hoje, mas inteiramente plausíveis cientificamente, diante do nosso atraso em pesquisas climáticas e geológicas.

Muito pouco sabemos sobre a movimentação tectônica, placas gigantescas que sobrepostas, uma sobre as outras, flutuam, oscilam, numa colossal dança sobre o magma efervescente, fazendo pressões colossais em Continentes, umas afastam-se das outras, enquanto invadem o terreno de outras, e todas rasgadas por grandes fendas geológicas, fissuras não estudadas, com bocas de lavas fumegantes, cuspindo gases, cinzas, esquentando nossa atmosfera, nossas águas oceânicas, funcionado como verdadeiros motores de transformações climáticas e geológicas.

São tandos os fatores geológicos e climáticos no jogo, que caso estejam associadas, nossa ignorância será desmascarada:

Oxidação dos oceanos...

Extinção das espécies marinhas...

Extinção de espécies existentes em nossas massacradas biodiversidades e ecossistemas...

Afastamento da Lua, contrapeso necessário na movimentação de rotação e de translação ao redor do imã principal, que é o Sol.

Considerando que há cem anos atrás
as Ciências Astronômicas, Climáticas, Geológicas, Geofísicas, e outras correlatas, ainda davam os primeiros passos, mesmo sem dados de campo, pesquisas, ou constatações gráficas computadorizadas, é preciso pensar, somar, 2+2 = 4... pois podemos estar numa pista de boliche planetária, que com tantas bolas jogadas contra a torre (Terra), com certeza, uma vai acertar.


RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 16 de janeiro de 2011 - 14h:11