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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A Reunião em Paris, "COP21.





COP21 - A "Última Bala".

COP21 - A "Última Trombeta" do Apocalipse

A reunião em Paris, "COP21.

COP21 é o "Dia D", para o futuro da humanidade.

Não teremos outra oportunidade.

O tempo acabou, esgotaram-se todas as chances de reverter o dramático quadro de possíveis conseqüências das mudanças do clima, alimentares, ambientais e geológicas.

Ultrapassamos toda a nossa capacidade de alimentar, dispor de água e habitação segura para o futuro da humanidade.

Na hipótese da reunião de Paris (COP21) fracassar, não obter o êxito em deliberar com firmeza e urgência as necessárias medidas, imediatas e eficazes, para reverter o quadro atual de destruição do Planeta Terra, estaremos sentenciando definitivamente o fim trágico das futuras gerações.

Estaremos definitivamente condenados a viver os últimos dias da civilização humana moderna, caso não sejamos capazes de tomar as medidas efetivas de proteções ambientais eficientes e rápidas.

Hoje, nem mais temos a certeza se já não ultrapassamos as fronteiras da autodestruição, impossíveis de retornar.

As mudanças do clima, ao redor de todo o Planeta Terra, já estão causando prejuízos financeiros incalculáveis, provocando o caos e o pânico em populações indefesas e impotentes, diante das dramáticas alterações do clima, da geologia e da destruição parcial ou total dos meios ambientes naturais.

Negar as alterações do clima, e as geológicas, que estão ocorrendo em todo o nosso Planeta Terra, é atitude de irresponsabilidade humanitária criminosa, contra a humanidade.

Enchentes de grandes proporções, deslizamentos de encostas urbanas e rurais, ondas de frio intensas e catastróficas, ondas de calor avassaladoras, desaparecimento da água em regiões onde havia com abundância, rios secando repentinamente, elevação do nível do mar em proporções alarmantes, anomalias do clima bem acima de todas as expectativas mais pessimistas.

Os terremotos de maior magnitudes são mais freqüentes diariamente, em diferentes regiões da Terra onde não havia tais ocorrências, denunciando claramente que está acontecendo, de forma invisível e imprevisível, também, conseqüências geológicas.

A Ciência moderna revelou o tamanho da nossa ignorância anterior.

Hoje sabemos que a Terra é um ser vivo, orgânico, químico, biológico, astronômico, geotérmico, integral, interligado, com conexões geotérmicas, químicas e físicas invisíveis, perigosamente frágeis.

Os Oceanos, os cursos dos rios, lagos, as florestas, as montanhas, os vales, as encostas, os desertos, todos são órgãos interligados e conectados de forma vital, um influenciando e dependendo do outro.

De igual forma é o funcionamento astronômico entre galáxias, Estrelas, Planetas Luas: constituído de fluxos e refluxos de movimentos aleatórios, de repulsa e de atração, constantes, interligados, perigosamente conectados e interdependentes uns dos outros.

As placas tectônicas, os furacões, as ondas de frio e de calor, a umidade do ar, a velocidade dos ventos, as precipitações pluviométricas, todas estão diretamente interligadas, sofrendo influências e influenciando diretamente aos demais órgãos vitais citados no parágrafo anterior.

O clima determina as alterações geológicas e ambientais, interligados com a Rotação e Translação da Terra, com o magnetismo da Lua, que interage com a nossa atmosfera, oceanos, rios e florestas, com a proteção magnética, que também interagem com todos os outros planetas do sistema solar, que igualmente interagem com a nossa Estrela Maior, numa teia de conexões astronômicas infinitas, invisíveis, invencíveis e imperceptíveis ao olho humano.

As transformações ambientais e geológicas são variáveis determinantes do clima.

É uma seqüência interminável de causas e efeitos, mais modernamente denominada de "Efeito Borboleta".

As erupções vulcânicas provocam terremotos avassaladores, tsunamis de proporções bíblicas, deslizamentos de terras, destruição de continentes e movimentações tectônicas inimagináveis ao homem moderno.

Os terremotos, por sua vez, provocam as erupções de vulcões adormecidos, e quando ocorrem nas profundezas dos oceanos alteram toda a geologia e o clima da Terra.

Nosso Planeta Terra sempre viveu tais transformações titânicas, de forças colossais, transformadoras, rejuvenescedoras, mortíferas, mas não havia a escala de interferência humana, o que passou a ocorrer na era moderna, numa escala muito mais intensa.

A nefasta e criminosa ação humana predatória acelerou e agravou todo este processo de transformações épicas.

E o mais grave: acelerou, interferiu de forma predatória contra a Terra, destruindo irresponsavelmente todos os recursos naturais, e ignorou as conseqüências, não quis tomar conhecimento da intensificação criminosa dos atos irresponsáveis praticados contra as futuras gerações.

Não há cores suficientemente fortes que possam pintar as proporções dos futuros desastres naturais que já estão destruindo nossa civilização.

O que foi previsto para 2050 já está acontecendo agora.

Falharam, fracassaram e resultaram inócuas todas as outras tentativas anteriores de uma ação global sincronizada, intensa e eficiente, direcionada especificamente para diminuir os impactos desastrosos da destruição global dos ecossistemas, áreas naturais, meios ambientes, em conseqüência da predatória ação humana, nos mais diferentes setores econômicos, industriais, comerciais, culturais, educacionais e civilizatórios.

A reunião de Paris (COP21) é a última bala, se falharmos, não restará nenhuma outra esperança de sobrevivência da nossa espécie, se é que ainda há tempo para fazer alguma coisa.

Só para fundamentar a catástrofe global que aproxima-se, basta citar o exemplo do que está acontecendo no Brasil:

O consumo de água e de energia elétrica subiu em índices geométricos estratosféricos, em conseqüência do aumento da população e da forte elevação das temperaturas, enquanto isso, a água desapareceu em São Paulo, Rio Grande do Norte, em outras diferentes regiões do Norte e Nordeste do País, e os rios estão secando na Região Amazônica.

A Reunião de Paris tem que usar de energia para impor à todos os cidadãos da Terra a tarefa inescusável de defender, preservar os recursos e ambientes naturais que ainda sobrevivem.

Importante salientar e ressaltar a importância da necessidade de vultuosos investimentos nas mudanças das matrizes enérgicas, em planos de ações emergenciais e assistenciais, em face aos desastres naturais inevitáveis.

É necessário, mais do que necessário, é urgente, é imperioso, é vital, ter consciência e difundir a necessidade de contribuir para evitar, ou minimizar, os perigos que mudanças do clima representam para o presente e o futuro da humanidade civilizada.

Agir com rapidez e eficiência é urgente, pois as mudanças do clima provocam e aceleram o aquecimento global, dois dos muitos outros fatores geradores, em potenciais, das desconhecidas e imprevisíveis mudanças geológicas.

As mudanças do clima e o aquecimento global estão diretamente conectados com as mudanças geológicas, são fatores constantes da mesma equação global, ou melhor ainda, fatores constantes em todo o Universo Astronômico conhecido.

Vamos repetir, mais uma vez, o alerta que "Dia da Terra" reiteradas vezes está emitindo aos nossos leitores: O Alaska está sendo sacudido por uma série de terremotos de média e alta magnitude, quebrando e fracionando ainda mais as camadas de gelo.

O derretimento das geleiras aumenta num ritmo não previsto, em consequência da elevação das temperaturas;

Qual é a conexão entre aquecimento global, derretimento das geleiras, e frequentes e mais intensos terremotos naquela região?

Todas as que podemos imaginar e milhares de muitas outras que nem suspeitamos.

O aquecimento global derrete as geleiras, estas, sem o manto de gelo isolante liberam uma quantidade assustadora de gás metano retido nas camadas de permafrost expostas. Aquecendo ainda mais a atmosfera.

Mais CO2e mais Metano na atmosfera é igual a mais intenso e acelerado aquecimento, derretendo mais rapidamente o restante do gelo que ainda existe.

Todo este dinâmico, pouco conhecido e intrincado mecanismo é pouco conhecido pela ciência moderna, mas sabemos o suficiente para afirmar que quando desencadeado de forma descontrolada, é capaz de despertar poderosos vulcões adormecidos que no passado geológico da Terra provocou. tendo início exatamente naquela região da Terra, a maior de todas as extinções já estudadas pela ciência moderna.

E é exatamente o que está acontecendo neste exato momento, bem debaixo de nossos pés, sem que poucas pessoas tenham conhecimento deste aterrorizante acontecimento, e o que é pior, sem que ninguém, nenhum cientista, nenhuma instituição tenha a coragem de emitir alertas, e tomar providências para evitar uma catástrofe ainda não vivenciada pela nossa espécie.

E o mais aterrorizante, que ninguém tem coragem de revelar e avisar, só o "Dia da Terra" está demitindo constantes alertas para todo o Mundo: AS MUDANÇAS DO CLIMA E O CONSEQUENTE AQUECIMENTO GLOBAL estão provocando invisíveis e imprevisíveis mudanças geológicas, que por sua vez estão provocando MUDANÇAS NOS MOVIMENTOS DE ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO DA TERRA, e vice-versa, num efeito cascata...

É evidente e inquestionável, para os que conhecem as mais elementares e fundamentais Leis da Física: "Toda ação corresponde e provoca uma reação contrária diretamente proporcional"

Todas as atenções do mundo estão voltadas para os resultados práticos da Reunião de Paris, a COP21.

Não basta estudos, discursos, teses, artigos, declarações bombásticas, falsas promessas.

A Reunião de Paris representa, simbolicamente , "última trombeta" do Apocalipse Bíblico de João.

Dia da Terra

Brasil, Curitiba, 09 de novembro de 2015