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domingo, 20 de setembro de 2015

#Brasil: Histórico e inestimável legado de #Dilma Rousseff

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#Brasil: Histórico e inestimável legado de #Dilma Rousseff.

A Presidente Dilma, de saudosa memória,  ao perder a capacidade de governar, muito ajudou e enriqueceu ao Brasil, com as mais preciosas lições de como não proceder na administração pública, deixando um precioso legado, de valor imensurável.

Necessário se faz reconhecer que a Dilma nos libertou da Dilma.

Foi a própria Dilma que destituiu a Dilma.

Dilma, de forma inédita, deu um golpe nela própria.

A ex-presidente Dilma Rousseff conseguiu realizar, com surpreende desenvoltura e eficiência,   a proeza  que todos desejavam, mas que ninguém sabia como fazer: Tirar a máscara do PT.

Por obra e graça da Dilma estamos libertos da possibilidade da perpetuação do PT na liderança da administração pública, nas futuras  eleições
.
Dilma, ao ignorar e não saber interpretar corretamente as insatisfações populares manifestadas nas ruas, em 2013, inviabilizou-se, a si mesma, para o exercício do segundo mandato.

Nas próximas décadas, nenhum outro candidato ousará mentir de forma tão cínica e ousada, como fez a candidata Dilma na campanha de 2014.
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A ex-presidente Dilma Rousseff deixou o precioso legado de ensinar  de como "não se faz uma campanha eleitoral".

A Dilma sangrou a própria Dilma, diante da ausência de uma resposta contundente, manifestando sua  indignação, reprovação e perplexidade, diante das graves denúncias de desvio do dinheiro da Petrobrás, com o reconhecido do envolvimento de ilustres personalidades da vida pública brasileira.

Se já sabia e compactuava, participava, protegia ou liderava,  no mínimo deveria fingir indignação e logo depois estrategicamente  renunciava.

Se realmente não sabia, e foi traída por seus assessores de confiança, devia ficar mais indignada ainda, e exigir a execração pública de todos eles, sem compaixão alguma, por traírem sua confiança.

Até por respeito aos seus eleitores, e para provar sua inocência, sua decência, por natural  instinto de autopreservação, a punição exemplar dos culpados, garantiria a sua credibilidade ilesa de inalações maldosas, sobre sua participação e envolvimento nas ilicitudes denunciadas.

Seus dúbios, tímidos e gaguejantes pronunciamentos, deixaram o sentimento de velado envolvimento, no mínimo, do  conhecimento dos  atos praticados por seus Assessores, Auxiliares, Ministros, e tantas outras personalidades de diferentes partidos políticos e órgãos públicos.

A inércia, e a incapacidade de agir, com rigor e vigor, diante de todas as denúncias de escandalosas práticas de atos de corrupção, envolvendo extensivamente diferentes áreas da administração pública brasileira, evidenciou a existência de uma rede de influências e compromissos escusos, imorais, ilegais envolvendo a máquina pública, com profundidades e extensões inimagináveis.

A possibilidade do não conhecimento dos criminosos atos de corrupção  praticados por assessores e subordinados imediatos, do círculo intimo do Poder Público, seria uma possibilidade mais absurda do que qualquer outra.

Neste momento crucial da História do Brasil, mais uma vez a Dilma sangrou a própria Dilma.

Ninguém, em hipótese alguma, pode alegar, em sua defesa, que não sabia, quando tem o dever legal (determinado em lei) de saber.

A resposta correta seria: falhei e suplico por perdão, estou envergonhado, mereço ser punido. Vou colaborar para o esclarecimento  dos fatos, para punição exemplar de todos os responsáveis, que, inclusive, traíram minha confiança pessoal,  e diminuir minha pena.

Se Dilma tivesse agido desta forma, não teria perdido a credibilidade, teria o apoio maciço de toda a opinião publica revoltada com a roubalheira, mas, infelizmente para ela e todos nós,  não foi o que ela fez, ela fez igual avestruz, e o resultado esta afligindo toda a Nação.

Os inocentes estão sendo injustamente punidos ao serem obrigados a pagar a conta de toda a roubalheira do dinheiro público, gastanças nababescas, desperdícios, máquina pública inchada por interesses escusos, para acobertar quadrilheiros, gastos supérfluos, ineficiência, negligência e imperícia administrativa, por parte de quem tinha o dever legal de saber.

A ex-presidente Dilma Rousseff  quebrou e violou seu juramento de posse no mais alto posto da Republica Federativa do Brasil, ao não cumprir e exigir de seus Ministros de Estado o cumprimento do At. 37, Caput, da Constituição do  Brasil: “A administração Pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá  aos princípios  de LEGALIDADE, IMPESSOALIDADE, MORALIDADE, PUBLICIDADE E EFICIÊNCIA”...
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A ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff violou seu juramento de posse, de que “respeitaria e cumpriria todas as leis do Brasil”, estabelecidas na Constituição Federal.

A  Presidente Dilma deixou-nos o legado de aprender a nunca, jamais, em tempo algum,  desprezar, e muito menos subestimar,  a importância e relevância do apoio da opinião pública.  As consequências são trágicas, mais cedo ou mais tarde.

O que garante a sustentabilidade e a legitimidade da capacidade de governabilidade são duas forças de sustentação indispensáveis aos eleitos democraticamente – apoio popular e credibilidade.

A presidente Dilma, ao alegar desconhecimento do que acontecia na maior Empresa Pública do Brasil, que sua melhor amiga presidia, provocou uma reação contrária, diretamente proporcional a sua inexplicável  tentativa de minimizar a gravidade da realidade denunciada pelo MP.

Mas, em que pese tais circunstâncias menos óbvias do que se espera de alguém que exerça o cargo mais importante de uma Nação, a  Dilma nos deixou legados de extrema importância:

Vislumbramos uma luz no final do túnel, com o surgimento de um Juiz Federal, Sergio Moro, que fez renascer a esperança de aplicação da justiça no Brasil, com celeridade e igualdade de rigor para todos, independentemente da condição social, financeira ou política de cada réu.

A incapacidade administrativa da Presidente Dilma, sua incapacidade de virar a mesa e dar uma guinada na direção certa que a opinião pública sinalizava, ficou evidente, a partir daquele momento, que os políticos, partidos e servidores, nas diferentes esferas do poder público, afastaram-se, desviaram-se completamente dos  desígnios constitucionalmente estabelecidos, das condutas  exigidas para todos os servidores públicos, em todas as esferas e instâncias da administração pública.

A incapacidade de administrar dentro da lei, na defesa exclusiva dos interesses públicos, de Lula, Dilma, PT e todos os demais partidos políticos envolvidos nos escândalos de roubalheira do dinheiro público, direta ou indiretamente, evidenciou, inquestionavelmente, que, no Brasil, Governabilidade constitui sinônimo de acordo criminoso, com formações de quadrilhas, comandado por Máfias políticas criminosas, transformando o interesse público em interesse privado dos mafiosos, e as leis e decretos necessários são meramente mercadorias de troca, num verdadeiro balcão de negócios ilícitos.

Mentiras de marqueteiros eleitorais inescrupulosos não garantem  a governabilidade, depois de consumado o calote eleitoral.

Os partidos e os políticos brasileiros perderam a legitimidade de representativa da vontade popular.

As campanhas eleitorais nunca mais serão iguais.

O Poder judiciário despertou para a urgente necessidade de célere aplicação da lei, com igualdade de rigor para todos, independentemente de castas sociais, econômicas ou políticas.

Basta ver as  inéditas e surpreendentes declarações do Ilustre Ministro do STF, Gilmar Mendes, de que  a máquina pública brasileira foi apropriada criminosamente por uma  “Cleptocracia” Política, comandada pelos partidos políticos, que transformaram a “coisa pública”  em  “coisa privada”.

Depois de muitos tentarem, mas sem obter  êxito,  a Dilma obteve sucesso absoluto: Conseguiu destruir o Brasil!

Dilma cumpriu seu destino histórico, acabar com Brasil.

Destruição social, política e econômica, se alguém duvidar, basta constatar nas principais manchetes diárias da mídia nacional.

Mas todas as tragédias trazem um aspecto pedagógico positivo:  o de ensinar a evitar tragédias futuras semelhantes.

“Liberdade, ainda que tardia”.

Vamos reconstruir um Novo  Brasil,  diferente daquele que a Dilma conseguiu destruir.

Das cinzas reconstruiremos um Brasil Novo.

A ex-presidente Dilma e o PT merecem o mérito da realização de um grande milagre: de lembrar aos brasileiros de que as cores da Bandeira Brasileira são o “Verde, Amarelo, Azul e Branco”,  não tem vermelho na Bandeira Nacional, que um dia juramos defender até a morte”.

Dilma merece o mérito de ter feito renascer o autêntico e espontâneo  patriotismo do povo brasileiro, que exige o cumprimento e a realização do sonho primordial dos guerreiros que fundamentaram e fertilizaram as raízes de nossos ideais positivistas de “Ordem e Progresso”.

Dilma foi a impiedosa algoz da própria Dilma. Idealizou um Brasil Vermelho.

Esqueceu as cores do Brasil: Verde, Amarelo, Azul e Branco.

Cometeu a ingenuidade de desprezar a vontade de seus próprios eleitores, subestimar  a inteligência, o senso crítico e o grau de conhecimento de todos os que não compactuavam com suas manobras e pedaladas fiscais, eleitorais, e já tinham a clara percepção da grave situação econômica, o que evidenciava uma campanha mentirosa.

Dilma perdeu o contato com a realidade, não reconheceu sua incapacidade, ficou perdida diante das exigências de algozes impiedosos, que exigiam cada dia, mais e mais mercadorias de troca, barganha explicita,  em troca de fingidos beijos de Judas.

Acreditou na falácia de governabilidade possível com o apoio de Senadores, Governadores e Prefeitos, quase todos sob suspeita,  investigados ou já denunciados em investigações por práticas de atos de improbidade administrativa.

A saudosa ex-presidente Dilma cometeu o pecado mortal de não pactuar e buscar apoio junto a opinião publica.

Para os quem possuem  um mínimo de conhecimento da linguagem não verbal, ficou patente as dificuldades psíquicas e neuromotoras em seus patéticos discursos megalomaníacos, completamente distorcidos e dissociados  da catastrófica realidade de sua decadente administração.

A ex-presidente Dilma foi uma péssima aluna de Historia, suponho, por seus desatinos estratégicos na condução de suas políticas econômicas.

Não estudou as consequências que “João Sem Terra” enfrentou, por sua desfaçatez em aumentar abusivamente a carga tributaria de seus súditos.

Dilma não tomou conhecimento das nefastas consequências para a “Coroa Portuguesa”, em consequência ao famigerado “Um Quinto”.

Dilma ignorou as consequências que a “Coroa Britânica” enfrentou, quando intentou taxar abusivamente os súditos reais, colonizadores das novas terras no Novo Continente.

A História traz ricos ensinamentos sobre líderes que ignoraram e afastam-se dos anseios do povo, subestimando o clamor público, mas Dilma, tudo indica, assumiu a Presidência do Brasil sem nada disso saber.

Para finalizar, a ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, cometeu a desfaçatez de ignorar as motivações que  incendiaram a revolta popular francesa, e que provocaram a famosa “Queda da Bastilha”, dando inicio  ao novo ciclo histórico na França, e que acabou contaminando todo o Novo Mundo.

E ainda temos inúmeros outros exemplos.

A revolta popular contra a antiga “Monarquia Russa”, abrindo caminho para uma revolução comandada por trabalhadores, e mais tarde, por excessos cometidos pela "revolução do revolucionários", tudo termina com a queda do Império bolchevique, Perestroika e Muro de Berlin.

E na Alemanha pré-hitleriana.

Ex-presidente Dilma, respeitosamente recomendo – estude História -  vai ajudar bastante na escolha de seu candidato nas próximas eleições.

E o Brasil agradece o legado deixado por Vossa Excelência, de ricos ensinamentos sobre o que – “não se deve fazer na condução da administração pública”.

Inclusive, Vossa Excelência insistiu didaticamente nos seus ensinamentos, pois acusou seus críticos de “Golpismo”,  ao proporem seu impedimento, fazendo-os estudar a Constituição Federal, Art. 86, que recepciona, dispõe e estabelece a possibilidade legal do pedido de impedimentos para o Presidente da República, prescrevendo as exigências materiais e formais.

Portanto, mentiu mais uma vez, nossa ex-presidente, quando acusou de “Golpistas” os que exigiam simplesmente o cumprimento das leis.

E fica o exemplo máximo  do que a Dilma não fez:  Administrar com eficiência e parcimônia rigorosa todos os gastos públicos, compatibilizado-os  com a receita disponível, cortando todos os gastos supérfluos, enxugando ao máximo a máquina administrativa, combatendo todos os desperdícios, e combatendo ferozmente todos os desvios de dinheiro público, através de uma educativa e preventiva punição rigorosa e exemplar de todos os  infratores.

Dilma desfrutará eternamente em nossas lembranças, do mérito de ter promovido, em todos os recantos da Nação Brasileira, o renascimento da certeza do que estabelece e exige o Art. 5 da Constituição Federal:  “Todo  o Poder Emana do Povo” ...

Dia da Terra
Brasil, Curitiba

19 de setembro de 2015