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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Brazil 2014: Tic... Tac... Tic... Tac....

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Corrupção...

Violência urbana...

Ausência de segurança pública...

População Carcerária...

Violência Policial...

Repressão à livres manifestações públicas...

Política...

Economia...

Mobilidade Urbana...

Carga Tributária...

Saúde...

Educação...

Dissimulação...

Mentiras...

Obras inacabadas para a Copa do Mundo...

Inflação...

Números Oficiais mascarados...

Habitação...

Ineficiência Administrativa...

Burocracia...

Custo Brasil...

Propaganda Enganosa...

Desperdício do dinheiro público...

Obras inacabadas...

Ausência de Políticas Públicas de Estado...

Bolha Imobiliária...

Aumento do nível de endividamento da população...

Aquecimento Global...

Mudanças climáticas...

Desastres Naturais...

E... mais...

Muito... mais...

Brasil, Curitiba
Dia da Terra, 23 de janeiro de 2014

domingo, 30 de junho de 2013

O feitiço contra o Feiticeiro!

Image Google



O Feitiço contra o Feiticeiro: A Economia Globalizada transformou-se num campo de batalhas injustas, promovendo grandes crueldades sociais, econômicas e políticas, criando aberrações e abismos de desigualdades entre ricos e pobres.

A Economia globalizada, por um longo período enfeitiçou o mundo, mas chegou o momento que o fascínio acabou, e o Feitiço virou contra o Feiticeiro.

Formação de monopólios e cartéis econômicos não é empreendedorismo.

As guerras econômicas e os índices de movimentação financeira nas bolsas de valores globalizadas só aprofundam os abismos econômicos e sociais.

Guerras econômicas só aumentam os ódios, gerando uma única saída aos derrotados: o terrorismo econômico, político e social.

A Economia Globalizada só subsistiu e prosperou enquanto explorava os recursos humanos e da Mãe Natureza disponíveis, abusou da ignorância dos operários explorados econômicamente, violou os direitos trabalhistas e humanos mais elementares, formando cartéis e monopólios desonestos, abusivos, destruindo todos os recursos naturais.

Mas, hoje, os recursos naturais estão esgotados:

Os rios secaram...

Os Oceanos estão contaminados e consequentemente improdutivos.

As florestas acabaram...

Os alimentos naturais acabaram, e as lavouras de produtos agrícolas dependem de petróleo, gasolina, eletricidade e outras tecnologias sensíveis e vulneráveis às mudanças climáticas.

O Progresso (concentração de riquezas mal distribuídas) deixou de ser um sonho, transformando-se num terrível pesadelo global.

O Progresso Econômico concentrou todo o poder nas mãos de grandes conglomerados de intenções e práticas desonestas e abusivas socialmente.

As matérias primas que alimentaram e sustentaram o "Sonho Econômico" acabaram: Ferro, Níquel, Petróleo, Água, Florestas, Rios, Chumbo, Carvão, e tantos outros derivados do petróleo.

A Globalização acabou com a ignorância dos trabalhadores escravos econômicos, que hoje exigem seus direitos humanos e trabalhistas mínimos.

As Guerras Econômicas não silenciam os derrotados.

O sucesso econômico não é mais a garantia de felicidade pessoal e segurança social.

As linhas de montagem denunciadas por Charlie Chaplin destruíram o amor próprio, o patriotismo, a civilidade, aumentando as desigualdades sociais.

A Economia globalizada, que foi a base garantidora do progresso do mundo moderno globalizado, transformou-se num pesadelo, ao destruir  os sonhos de liberdade, igualdade e fraternidade entre os povos.

 Enquanto existiu riquezas naturais disponíveis à exploração econômica exaustiva, a Economia encantou à todos, com a promessa de realização de um sonho de riquezas.

Mas, o fim das riquezas naturais demonstrou, claramente, que não existe perspectivas de um futuro seguro para a humanidade.

Acabou o Feitiço.

A Economia moderna está arruinada.

A concorrência predatória e abusivamente gananciosa destruiu todas as riquezas naturais do Planeta Terra.

A questão agora, para salvar-se a si mesmo,  não e mais "quem pode ganhar mais", mas sim, de "quem pode distribuir mais", para conseguir sobreviver, garantindo o futuro seguro da humanidade.

A concentração de riquezas não ajudou a melhorar o mundo globalizado, mas num efeito reverso, criou abismos econômicos-sociais-políticos-ideológicos  intransponíveis.

O "sonho de prosperidade econômica" acabou, só existe a possibilidade de sucessivos pesadelos para as próximas noites.

O mundo futuro precisa de florestas preservadas, rios despoluídos, oceanos limpos, alimentos naturais saudáveis, ecossistemas, biodiversidades e meio-ambientes preservados.

As armas predatórias utilizadas nas guerras econômicas não foram garantidoras de paz, prosperidade e segurança, só potencializarão as diferenças, gerando mais ódio aos derrotados sedento de vinganças.

As grandes necessidades prioritárias do mundo de hoje, pós globalizado, não é mais a de aumentar as riquezas pessoais, concentradoras e monopolizadas, mas sim a necessidade urgente a de distribuir as riquezas, eliminando as desigualdades sociais e econômicas abissais, criadas pelo "feitiço econômico" patrocinado pela Revoluções Industrial e Tecnológica.

As grandes riquezas do mundo de hoje são os elementos basicamente vitais à preservação da vida, não só a humana, mas a de todas as espécies:

Rios, Florestas, Oceanos, Geleiras, Clima, Plantações de alimentos...

A Globalização da Economia gerou monstruosidades aterrorizantes e inimagináveis:

A urgência de defender os direitos humanos violados pela economia...

Despertou a consciência humana para a necessidade de preservar os recursos naturais do Planeta Terra...

Eliminar, ou diminuir, minimamente, as diferenças sociais e e econômicas entre todos os povos...

Descobriu-se, com o fenômeno da globalização da informação, que o mundo não tem dono, castas privilegiadas, direitos exclusivos, divindades hereditárias, portadores de mandatos intocáveis...

A Globalização da Economia desnudou igualmente a fome globalizada, a miséria globalizada, o abandono social globalizado, as injustiças globalizadas, as violações trabalhistas e humanas globalizadas, a destruição do planeta globalizada, os cartéis e monopólios globalizados, as injustiças globalizadas, a corrupção e as demagogias globalizadas...

O que antes, supunha-se ocasional, pontual, escondido, secreto, camuflado, disfarçado, individual, hoje sabemos ser a prática globalizada, orquestrada por interesses econômicos centralizados, conectados globalmente...

A Globalização da Economia, geradora da globalização da informação, revelou e denunciou globalmente os crimes praticados contra a Natureza, contra a Humanidade, contra o futuro das próximas gerações.

Os barbarismos humanos, atrocidades,  bestialidades, aberrações também estão globalizados e exigem respostas urgentes e eficientes, igualmente globalizadas.

O que antes imaginávamos ser exceções, descobrimos hoje que é uma prática generalizada de genocídios em série contra as futuras e presentes gerações de desprotegidos econômicos.

Extremamente paradoxal, mas a Globalização da Economia, Mãe da Globalização da Informação, exige uma única solução: A Globalização de práticas justas, honestas, individualizadas, em benefício e proteção de todas as formas de vida e diferentes ambientes naturais, contra as praticas predatórias e autofágicas de uma espécie que caminha para a iminente autodestruição.

Dia da Terra
Brasil, Curitiba, 30 de junho de 2013


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Perspectivas Econômicas para 2013 dependem diretamente das Mudanças climáticas.


Perspectivas Econômicas para 2013 dependem diretamente das Mudanças climáticas.

Imagem Google


A Super Tempestade "Sandy" não deixa nenhuma dúvida, que a Economia Internacional e Globalizada, o Comércio igualmente Internacional e Globalizado, a Produção e a distribuição de Riquezas, o crescimento ou o declínio do PIB de cada País, dependerá da intensidade, frequência e as consequências das catástrofes naturais que ocorrerão em 2013.

Qualquer plano econômico de governo, qualquer previsão, dependerá dos eventos climáticos em 2013.

A escalada dos eventos climáticos em 2013, será fator determinante do sucesso ou do fracasso em atingir as metas planejadas.

Neste momento, as principais lições extraídas da escalada de eventos climáticos de 2010/2011/2012, demonstram  elevados prejuízos financeiros que afetarão as economias interligadas globalmente em 2013, com consequências desconhecidas à Segurança Global..

Somando-se ao fato inquestionável do despreparo, indiferença, negligência, imperícia e imprudência dos governantes em agir eficientemente na prevenção das consequências, não é difícil imaginar um cenário pessimista quanto ao crescimento econômico global e suas consequências sociais.

Quem sobreviver, verá, e nós estaremos aqui para cobrar a irresponsabilidade de governantes que projetam e divulgam taxas de crescimentos econômicos divorciados da realidade.

Dia da Terra
RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 21 de dezembro de 2012 - 16h:52