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domingo, 1 de abril de 2012

"Cachimbo da Paz" ...


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"O uso do cachimbo teve início nas Américas, no período pré-colombiano.

Fazia parte de rituais sagrados dos povos ameríndios significando, para algumas culturas, a união do mundo terrestre (representado pelas folhas) com o celeste (representado pela fumaça).

Uma das lendas ameríndias que contam essa relação é a Lenda do Búfalo Branco, pertencente à cultura Sioux, que atribui uma origem divina ao cachimbo.

Nas artes, é famosa uma pintura de René Magritte que é intitulada Ceci n'est pas une pipe, que significa "isto não é um cachimbo".

Johann Sebastian Bach dedicou a seu cachimbo a Aria So oft ich meine Tobackspfeife, um poema musicado em que o compositor atribui ao fumar o cachimbo uma antevisão da imortalidade".  (Google)



"Cachimbo da Paz" ...

O maior ato de bravura de um homem é ter a coragem de fumar o "Cachimbo da Paz"

Fumar o Cachimbo da Paz, e abandonar o "Cachimbo da Guerra".

Globalizar a Paz...

Globalizamos e internacionalizamos a imbecilidade humana, a bestialidade, a superficialidade, a arrogância, o egoísmo, a ganância, a violência, o terrorismo, a escravidão humana, as drogas, o lixo doméstico e cultural, e tantos outros venenos mortais, agora é a hora de internacionalizar e globalizar a Paz.

No mundo globalizado, falta a Paz, individual e coletiva, sobra guerras, conflitos, armas, mortes...

Fumamos, diariamente, o "Cachimbo da Violência Globalizada", que bestializou a espécie humana...

Estamos impregnados da fumaça produzida pela violência...

É urgente a necessidade de surgir um homem, um povo, um país, uma cultura, que tenha a coragem de convidar a humanidade à sentar na "mesa do entendimento", e fumar o "Cachimbo da Paz".

Desarmar os países, investir os recursos financeiros destinados à compra de armamentos bélicos em educação, pesquisas científicas relevantes, viagens de integração, relacionamento social, internacional, intercâmbios culturais, entre todos os povos.

Grande parte de todos os grandes problemas que afligem a humanidade seriam solucionados, se os recursos financeiros investidos em compra de armas fossem direcionados para a proteção ambiental, saúde, habitação, urbanização, higiene sanitária, qualidade de vida.

Não fumar o cachimbo da promiscuidade, jogar fora o cachimbo da imbecilização humana, quebrar o cachimbo da discórdia, e acender o cachimbo da paz, que os Índios Sioux já conheciam na América pré-colombiana, e o usavam, diante dos grandes impasses.

Fumar o "Cachimbo da Paz", sincera, promovendo o desarmamento dos espíritos, dos preconceitos, das ambições bestiais.

Não haverá necessidade de armas, pois a fumaça da paz há de contaminar à todos, para o bem, fazendo renascer na alma humana o que ainda floresce de maneira tênue, mas a semente germinaria com a força de espalhar-se por todo o Planeta Terra, com mais força do que o ódio que hoje predomina.

O maior de todos os desafios da humanidade é promover a paz, e não desperdiçar vidas e riquezas essenciais, com guerras e derramamentos de sangue de populações civis indefesas...

A fonte da juventude é uma utopia, inatingível, mas a "Fonte da Morte" existe, é real, tem quartéis, tem soldados, tem armas, não falta recursos financeiros: A Guerra!

A Fonte da felicidade humana é a paz mundial, a construção de mesas de negociações, o abandono dos conflitos armados entre povos e nações.

Se os recursos financeiros investidos em armamentos para as guerras, e na segurança pública interna de cada país, se fossem aplicados em educação, saúde física e mental, os contornos da face humana estariam revelando um maior grau de evolução e civilidade.

Fazer guerra é fácil, difícil é promover e realizar a paz.

Promover a Paz é o grande desafio da nossa espécie.

A Paz significa entender e aceitar as múltiplas diferenças raciais, psicológicas, espirituais, antropológicas, biológicas, sociais, culturais, e tantas outras...

Alguns países no mundo já servem de laboratório para promover a paz, temos os exemplos da Suíça, Suécia, Dinamarca, Holanda, que conquistaram elevados graus de bem-estar social, investindo massivamente na Paz.

O dinheiro destinado à compra, produção e sofisticação de armamentos bélicos, investidos em educação e saúde, conforto, cultura e qualidade de vida, teriam a força suficiente para que a humanidade sobrevivesse às mudanças climáticas.

O dinheiro investido em armamentos bélicos devem ser destinados em aquisição e sofisticação de equipamentos capazes de prever os próximos terremotos e tsunamis.

Os recursos financeiros destinados ao armento de exércitos devem ser direcionados para a produção de equipamentos que vasculhem a nossa Galáxia em busca do próximo meteoro devastador para nossa civilização...

Precisamos de capacidade técnica para prever a formação e o roteiro dos furacões...

Precisamos encontrar soluções para enfrentar a elevação do nível dos oceanos...

Precisamos preservar as diferentes espécies que ainda lutam para sobreviver em ambientes hostis...

Salvar o que ainda resta de florestas...

Despoluir os rios...

Descontaminar os oceanos...

Encontrar fontes alternativas de energias não fósseis...

Prevenir as consequências catastróficas das próximas inundações...

Proteger as encostas dos rios...

Saúde, Educação, Habitação, Salários dignos, combater o uso de drogas pelos jovens, fomentar o consumo diário da cultura...

Só o "Cachimbo da Paz", poderia realizar este milagre, o de usar os recursos financeiros da humanidade, exclusivamente, para promover a Paz, acabando com as guerras e os conflitos armados irracionais.

Acreditamos existir um ambiente propício neste momento, em que a humanidade defronta-se com a necessidade de encontrar  uma saída para enfrentar o aquecimento global, e as mudanças climáticas e geológicas.

Dia da Terra
Brasil, Curitiba, 01 de abril de 2012 - 11h:47