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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Nível médio do mar


Nível médio do mar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Variação do nível médio do mar (i.e. ondulação do Geóide) em função do campo gravítico da Terra (imagem da GRACE - Gravity Recovery And Climate Experiment – da NASA).
Nível médio do mar (NMM)[1] (do inglês MSL: Mean Sea Level)[2][1], por vezes denominado simplesmente nível do mar[1], é a altitude média da superfície do mar.
O NMM possui muitas aplicações. É, por exemplo, utilizado como referência para se mensurar as altitudes dos acidentes topográficos, especificar curvas de nível e suas cotas (nos mapas e plantas cartográficos) etc. Em aeronáutica, é utilizado para cálculo da altitude de densidade de uma aeronave ou um aeródromo.
Um conceito relacionado ao NMM é o de zero hidrográfico, que em geral é utilizado em hidrografia costeira e na medição de profundidades de portos e barras. Na maior parte dos casos, o zero hidrográfico é feito coincidir com o nível médio do mar, ou ter com ele uma relação simples e constante.[carece de fontes]

Embora pareça uma questão de resolução simples, a determinação da superfície de referência a partir da qual determinar o nível médio do mar oferece grande complexidade: por um lado o nível do mar não é de todo constante, variando constantemente em função da ondulação, das marés, da pressão atmosférica, temperatura das águas do mar e de múltiplos outros factores cíclicos que sobre ele atuam com períodos que variam de segundos a vários anos.

[editar]Definição do nível de referência

Para além dos factores de natureza cíclica e dependentes de circunstâncias astronómicas ou meteorológicas, o nível do mar está ainda sujeito aos efeitos das variações impostas pela eustasia, o que torna a determinação do seu nível médio deveras complexa.
Por outro lado, à complexidade imposta pelas flutuações do nível do mar há que juntar as que são impostas pela necessidade de obter um referencial fixo em relação ao qual realizar as medições. De facto, grande parte das costas e fundos dos mares estão sujeitos a lentas subidas ou descidas impostas pela isostasia e pelo deslocamento das placas tectónicas. Logo, para além da dificuldade de determinar o nível há ainda a necessidade de encontrar um adequado ponto fixo de referência (odatum) a partir do qual efectuar as medições e expressar os resultados.

[editar]Medição do nível médio do mar

A medição do nível médio do mar foi tradicionalmente feita com base nas leituras dos marégrafos, instrumentos que permitem medir a variação do nível das águas num determinado local. Eliminando dos dados recolhidos as flutuações devidas às ondas, a factores meteorológicos e às marés e outros factores astronómicos, obtém-se uma leitura do nível médio do mar durante determinado período por referência ao datum utilizado.
As medições assim obtidas incorporam os efeitos eustáticos e isostáticos, sendo em geral escolhidos como referência para o datum ambientes geológicos estáveis, isto é onde as variações isostáticas e outras que afectem a altitude do ponto de referência sejam negligíveis, isolando assim apenas os efeitos eustáticos.
Esta dependência em relação ao datum (referencial de altitude) e a necessidade de obter medições sobre áreas extensas de oceano onde referenciais adequados não estão disponíveis, levou, por um lado, à utilização de medições com base na reflexão de radiação electromagnética a partir de um satélite (altimetria por satélite), e por outro, à utilização de sistemas de posicionamento global GPS na medição. Estas medições, por não dependerem dos movimentos relativos da crusta, pelo menos directamente, e se poderem reportar a grandes áreas oceânicas, são mais seguras e permitem uma melhor avaliação do nível médio do mar e da sua variação.

[editar]Extensão do conceito - a utilização dos geóides

Por mais cuidadosa que seja a medição do nível do mar a nível local, o resultado obtido está sempre dependente das condições específicas que o rodeiam, dificilmente podendo ser generalizado para toda uma região, e muito menos para todo um oceano. Por outro lado, a superfície do planeta não é absolutamente esférica, antes apresenta, para além do efeito do achatamento polar, múltiplas irregularidades devidas à topografia. Mesmo a superfície dos oceanos não é regular (mesmo se eliminarmos os efeitos das ondas, da pressão atmosférica e das marés) já que diferenças no campo gravítico da Terra, causadas pela presença de montes submarinos, diferenças na densidade dos materiais da crusta e do manto, a profundidade dos mares e a proximidade das costas, causam subidas e descidas (que podem ter amplitudes de alguns metros) na posição da superfície equipotencial do campo gravítico terrestre correspondente ao nível regional do mar, que se traduzem, em termos absolutos e quando analisadas em grandes escalas, em colinas e vales permanentes na superfície das águas.
Para fazer face a estas dificuldades de generalização e criar uma superfície de referência uniforme (um datum extensível a toda a Terra), foi criado o conceito de geóide, uma superfície ideal que corresponderia ao nível médio do mar num planeta ideal, com um campo gravítico uniforme, onde o único desvio em relação à esfericidade perfeita fosse o achatamento polar. Na ausência de forças externas, o nível do mar coincidiria com o geóide, já que em estado de repouso a superfície das águas seguiria em todos os pontos a mesma equipotencial do campo gravítico. A partir desta superfície imaginária podem-se medir facilmente os desvios para baixo e para cima da superfície real dos mares, permitindo a criação de cartas representando, à escala global, o nível médio dos mares (ou o seu nível em qualquer momento e a respectiva variação relativa e absoluta).
Quando expressa em relação ao geóide, a posição da superfície do mar, ou seja o seu nível, apresenta diferenças constantes da ordem dos ± 2 m, para além daquelas que são devidas a variações estéricas, isto é de volume, devidas à temperatura, e aos efeitos das correntes. Os modernos mapas da superfície dos oceanos, elaborados a partir de medições altimétricas feitas por satélite, são em geral feitos tendo como referência um geóide, existindo diversos, calculados a partir de diferentes variáveis base.

[editar]Variação temporal e espacial do nível do mar

Variação do nível do mar durante o eon Fanerozóico.
Variação do nível médio do mar durante o último período pós-glacial.
Variações recentes do nível médio do mar em 23 marégrafos localizados em ambientes geológicos estáveis.
Como quem já observou o mar pode de imediato dizer, o nível das águas muda constantemente em cada ponto do mar, sendo também claras as diferenças entre diferentes lugares (entre os extremos do canal do Panamá há uma diferença de 20 cm entre o nível médio do Atlântico (mais baixo) e do Pacífico). Essas variações podem ser agrupadas em dois tipos: variações temporais e variações espaciais.

[editar]Variação temporal

A variação temporal do nível do mar segue um padrão complexo devido à inter-relação de um conjunto vasto de efeitos que podem ser incluídos nos seguintes grandes grupos:
  • Factores dependentes da eustasia, ou seja do volume da água existentes no oceano global, aí se incluindo:
    • Variação da massa de água presente no oceano por captura em massas de gelo ou sua fusão. Este efeito está ligado às glaciações, tendo períodos de recorrência da ordem das dezenas ou mesmo centenas de milhar de anos;
    • Efeitos estéricos resultantes da variação do volume da água devido a expansão e contracção térmica, com periodicidade anual em função das estações do ano, mas com uma componente, muito mais importante e pouco conhecida, ligada à variação global da temperatura dos oceanos (que pode ser um factor determinante nas mudanças climáticas globais;
  • Factores ligados à isostasia, em especial à glacioisostasia, fazendo variar o nível médio do mar e ao mesmo tempo alterando a posição dos fundos marinhos e a elevação das costas;
  • Factores meteorológicos ligados ao estado local do tempo e à propagação da agitação marítima a média e longa distância, nomeadamente:
    • A ondulação e o vento, contribuindo para o empilhamento da águas, o que em baías e golfos pode levar a alguns metros de subida do seu nível em relação ao nível médio (ou descida quando os ventos sopram de terra). Em águas relativamente confinadas, a existência deseichas, isto é oscilações periódicas de longo período na superfície da água, pode induzir subidas periódicas adicionais de ± 1 m.
    • A pressão atmosférica, causando uma subida (nas baixas pressões) ou descida (nas altas pressões) que corresponde ao equilíbrio hidrostático da coluna água/atmosfera face às zonas circundantes. Quando as diferenças de pressão são grandes entre pontos próximos (elevados gradientes), como acontece nos ciclones tropicais, o efeito de pressão pode significar ± 1,5 m;
  • Factores astronómicos, com relevo para:
    • A maré, fazendo oscilar periodicamente o nível das águas de acordo com um padrão controlado pela posição relativa do Sol e da Lua e com as condições de ressonância de cada bacia oceânica;
    • Efeitos astronómicos de longo período resultantes das posições relativas da Terra, do Sol e da Lua, sobrepondo à maré oscilações de período muito longo (dos meses às centenas de milhar de anos);
    • Variação da temperatura das águas do mar, afectando a eustasia de origem estérica em função dos ciclos anuais e de outras flutuações térmicas induzidas pelas flutuações na radiação solar devidas a causas astronómicas;
  • As correntes marinhas, afectando as temperaturas e salinidades, e, através do efeito geostrófico, aumentando localmente a altura das águas (por exemplo entre a Bermuda e a costa norte americana fronteira há uma variação no nível do mar de cerca de 1 m em boa parte devida à presença da corrente do Golfo);
  • Variações de salinidade, afectando a densidade das águas, em resultado da fusão de gelos, aumento ou redução da descarga de rios e variações na precipitação. Uma diminuição da densidade da água corresponde a um aumento do seu nível por forma a equilibrar as pressões hidrostáticas com as regiões vizinhas;
  • Variações locais e regionais do campo gravítico da Terra, que devido a pequenas variações de curto período (em geral ligadas ao ciclo hidrológico) provoca a subida e descida das águas em respostas às anomalias gravimétricas.
A longo prazo estas variações tendem a determinar um conjunto de padrões de mudança do nível médio do mar que, se excluirmos os efeitos das glaciações, tenderia para um valor constante quando considerada a média sobre longos períodos. Tal não acontece devido às enormes flutuações impostas pelos sucessivos períodos glaciais, os quais podem impor flutuações do nível do mar da ordem da centena de metros. Estima-se que o nível do mar há 18 000 anos atrás, em pleno período glaciar, fosse cerca de 130 m abaixo do actual devido ao efeito combinado do sequestro de água pelosglaciares e mantos de gelo e da diminuição da temperatura das águas (com consequente contracção do seu volume - o efeito estérico).

[editar]Variação espacial

Para além da variação temporal atrás apontada, o nível dos oceanos, mesmo descontando os efeitos meteorológicos e das marés, não é constante em cada bacia oceânica ou mar, desviando-se sensivelmente do geóide de referência. Um conjunto de efeitos podem influir no aparecimento destas variações, nomeadamente:
  • A existência de anomalias gravimétricas causada pela existência de montes submarinos ou zonas de maior densidade na crusta ou no manto subjacente, que podem atingir vários miligal (0.001 Gal) ao longo de distâncias curtas, provoca uma correspondente subida do nível do mar por cada de desvio positivo, descendo na inversa proporção;
  • Presença de águas de temperatura ou salinidade diferente, afectando de forma permanente a densidade das águas;
  • Existência de correntes permanentes, com o correspondente efeito geostrófico e as variações de temperatura e salinidade associadas;
  • Diferenças gravimétricas locais provocadas pela proximidade da costa, montanhas e plataforma continental.
Em resultado dessas variações espaciais, a superfície dos mares, quando observada numa escala suficientemente detalhada, apresenta alto e baixos permanentes, correspondentes ao equilíbrio entre a massa de água e a equipotencial do campo gravítico que lhe marca a superfície.
A estes efeitos há que juntar a elevação dos terrenos costeiros. Existem diversas regiões onde as terras estão abaixo do nível médio do mar, particularmente em áreas endorreicas onde a evaporação excede a precipitação e o aporte de água pelos rios afluentes (como a bacia do Mar Morto), ou onde os terrenos forma conquistados ao mar através de diques e outras protecções costeiras: grande parte da superfície dos Países Baixos está abaixo do nível médio do mar e muitas áreas do Bangladesh e grande parte das ilhas coralinas dos oceanos tropicais estão apenas alguns metros acima do nível médio do mar, com todos os riscos de inundação que tal situação comporta.

[editar]Variação do nível do mar e as mudanças climáticas globais

Um dos principais riscos associados ao aquecimento global da Terra devido às alterações climáticasé a subida do nível médio dos oceanos. Pelas razões atrás apontadas, em especial pelo aumento eustático nível do mar devido à fusão dos glaciares e dos mantos de gelo da Antártida, associados ao aumento do volume das águas por expansão térmica, o nível do mar que vem subindo a um ritmo de 2 mm/ano, poderá acelerar substancialmente, pondo em risco diversas áreas costeiras. Um aumento de apenas 1 m no nível do mar pode deixar submersas diversas ilhas do Pacífico e tornar inabitáveis vastas áreas do Bangladesh.
Para além do efeito directo da subida do nível do mar, há ainda a considerar o aumento do poder erosivo, em especial nos cordões dunares e nas praias, e o impacto sobre as infra-estruturas portuárias e de defesa da costa contra inundações.
Para uma discussão mais aprofundada do impacto da subida do nível médio do mar veja este artigo na páguna da Universidade de Harvard (em inglês).

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Equação da elevação do nível do mar

70% do Planeta Terra é Água.

Matematicamente a influência das águas sobre o clima é de 70%, ou mais.

Alterações nas águas oceânicas podem gerar 70% de mudanças no clima da Terra.



+ Derretimento das geleiras

+ Aumento da temperatura das águas oceânicas

+ Elevação do nível dos oceanos

+ Furacões

+ Tornados

+ Tempestades

+ Instabilidade climática

+ Mudanças radicais nas médias das temperaturas global

+ Inversão nas correntes marítimas

+ Alterações térmicas abruptas

+ Alterações sobre as áreas de terra, não cobertas por águas

+ Extinção das biodiversidades marinhas

+ Alterações na movimentação tectônica

+ Alterações no clima global

+ Invasão de faixas de terra litorâneas

+ Refugiados da elevação do nível do mar

+ Prejuízos financeiros no setor imobiliário

+ Prejuízos financeiros para o setor de turismo

+ Prejuízos financeiros para o transporte marítimo

+ Prejuízos financeiros para alojar os desabrigados

+ Migração desordenada e caos social

+ Prejuízos financeiros para a atividade agrícola nas áreas inundadas

+ Profundas alterações geográficas na topografia global

+ Alterações geo-políticas significativas

+ Alterações geo-econômicas significativas

+ Contaminação dos lenções freáticos de água doce

+ dificuldade para alimentar os refugiados da elevação do nível do mar

+ Gás metano na atmosfera

+ alterações no nível e no curso dos rios



+ Consequências desconhecidas, ainda não estudadas

X

- florestas

= Desastres ambientais de proporções desconhecidas


RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 19 de agosto de 2011 - 21h:16


sábado, 13 de agosto de 2011

Cavernas da Insanidade: próximo encontro, no Inferno!

Um rio incessante de pessoas passando pela história... incrédulas, indiferentes, consumindo suas vidas de forma irresponsável, sem sonhar e agir por um mundo melhor.

Outras, possuídas pela animalidade instintiva, procuram destruir os ecossistemas por todos os meios concebíveis...

A Cordilheira do Himalaia, tem picos com mais de mais de nove mil metros de altura, com 300 quilômetros de largura em alguns trechos, e tudo foi originado por terremotos...

3.600 metros acima do nível do mar é a maior altitude que as árvores podem crescer, acima desta altitude só nasce relvas líquens e musgos podem sobreviver ao ar frio e seco...

Sem água potável para beber, alimentação adequada, esgotos sanitários, a espécie humana está condenada à extinção...

A previsão de grandes desastres ambientais não evitam o desabrigo e sofrimento, mas nada como o que ocorreria se as pessoas não fossem avisadas.

A destruição nem sempre gera o renascimento, pois o Universo está repleto de exemplos de meio-ambientes que foram completamente modificados, impossibilitando qualquer forma de vida...

Um forte terremoto, seguido de uma Tsunami devastadora, em qualquer grande cidade litorânea da Terra, provocando uma destruição que ponha 20 milhões de pessoas em situação de desespero, provocará problemas de alimentação, água, esgoto e segurança pública, com as quais nunca sonhamos...

O poder não está na loucura do otimismo irresponsável, mas o poder está na visão lúcida, na capacidade de estudar o passado, planejar no presente, prever os acontecimentos futuros, e evitando as consequências desastrosas...

Moisés viu a terra prometida, mas não viveu o tempo suficiente para a alcançar...

A fossa Salton

Com 50 quilômetros de comprimento, e 15 de largura, surgida em 1905, quando o rio Colorado rompeu as barragens de irrigação e inundou a área.

Chamado de "Mar", na verdade é um lago de água salgada.

71 metros abaixo do nível do mar, situa-se bem em cima da mais famosa falha geológica na Califórnia: Santo André, falha interligada com outras falhas e vulcões inativos, num rasgão geológico até o Golfo da Califórnia.

Existem estudos científicos sérios que indicam que o Sul da Califórnia será transformado numa ilha, atavés de Salton o Estado vai rachar, desde a fronteira Mexicana ao Oregon, transformando o Estado numa península, com as águas do Pacífico banhando Arizona e Nevada.

Cavernas da insanidade e a estrutura do mal permanecem apáticas diante das ameaças que surgem no horizonte da espécie humana, ameaçando qualquer possibilidade de sobrevivência da vida no Planeta Terra...

As Leis do Movimento, de Newton: "cada ação gera uma reação igual e oposta" são ignoradas e ridicularizadas pelos irresponsáveis líderes globais, que deveriam empreender todos os esforços concebíveis para prevenir os próximos desastres ambientais.

Demônios que deveriam ser conquistados... para o bem dos que estão vivos, mas para o bem de todos os que ainda vão nascer...

Desafiando chances impossíveis, continuamos destruindo a Mãe Terra...

Nuvens de tragédia flutuam ao nosso redor, e permanecemos indiferentes...

Pressão gelada da traição contra a vida da "Mãe Terra", que gerou e sustenta as nossas vidas...

Quanto tempo uma folha leva para desligar-se de uma árvore e chagar até o chão? É o outono da espécie humana...

Compartilhar sonhos é melhor que sonhar sozinho...

As cavernas da insanidade geram imperícias, negligências que garantem: o nosso próximo encontro acontecerá no inferno ambiental.

Uma bola rolando por um plano inclinado, em direção ao precipício ecológico, com todas as suas nefastas consequências planetárias...

Um sonhador sem coragem para realizar seus sonhos, é o que sobrou do espírito humano, e do instinto de preservação humana...

Os pensadores preparam a revolução, os bandidos a realizam...

Olhos que faíscam a luz das estrelas, estão cegos diante das próximas tragédias ambientais que acontecerão no Planeta Terra, caso as atitudes corretas não sejam tomadas...

Mudar o curso da História? É só um sonho, ou uma realidade possível depois de todos os feitos e realizações do espírito humano?

A vida é só sofrimento? Nada mais? Não existem sonhos possíveis?

Sangue nas mãos, e sem água para lavar...

Um animal, agindo por paixões animais...

É urgente fugir da ignorância feliz...

Uma espécie de camarão, quando está com fome, e não há alimentação, inicia um processo de comer a si mesmo, até atingir um órgão vital e morrer.

A espécie humana está fazendo o mesmo, matam seus semelhantes sob qualquer pretexto, e destroem às cegas, o próprio ecossistema que os sustenta.

Tóquio situa-se na junção de quatro placas tectônicas, Filipina, do Pacífico, Eurasiana, e a ponta da placa Norte-Americana, através das fossas do Japão e Izu.

Um grande terremoto de subducção vai ocorrer na conjunção da fossa Japão/Izu, e não foi o de março de 2011.

O solo naquela região já está virando líquido, basta ver os inúmeros vídeos postados no Youtube...

Quando acontecer, e é urgente saber prevenir, ou nos encontraremos no inferno...

A lógica deve prevalecer, e as pessoas pensem, antes de agir...

Uma pessoa pode saber de algo com bastante antecedência, mas vai esperar até o último momento para agir...

As pessoas lá fora, nas ruas, são ignorantes, fora de controle, loucas, dispostas a morrer, homens que pesquisam a vida e a morte não têm medo de morrer...

Los Angeles será destruída por um poderoso Tsunami, quando o Pacífico afluir para preencher o o gigantesco rasgão no corpo da Terra.

Os sobreviventes retornarão à pré-história...

Los Angeles não sobreviverá quando a falha do Elisyan Park abrir suas fissuras...

Vai acontecer, e vai acontecer com você, a menos que faça alguma coisa! Agora!

Um mundo morrendo, para outro nascer, num parto doloroso, e nós, humanos, depois de milhões de anos de evolução, não seremos extintos por um meteoro, ou um vírus assassino, mas pela nossa própria estupidez...

Acreditem em sonhos, eles nunca morrem:

Eu tenho um Sonho! http://t.co/x5fVkaR


RUI SANTOS DE SOUZA

Brasil Curitiba, 13 de julho de 2011 - 23h:48


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Macacos-tecnológicos - Guerras: Equação Impossível.

INTRODUÇÃO do livro: "Macacos-tecnológicos"

Guerras: Equação Impossível!

Einstein não saberia formular esta Equação: As Guerras dos Macacos...

O computador da NASA, com a tecnologia mais avançada, não seria capaz de formular esta equação: As guerras dos macacos...

A primeira memória de guerra dos macacos... aconteceu antes mesmo do surgimento da espécie.

Uma batalha celestial, entre anjos, querendo dominar o céu, mas foram expulsos, e foram viver no Planeta dos Macacos...

A segunda guerra conhecida, ocorreu no primeiro minuto de existência da espécie dos macacos, ainda no Jardim do Nede, quando o primeiro casal de macacos desobedeceram as ordens da Divindade-Suprema, por motivo fútil, uma questão de dieta-alimentar, o que era bom, ou não, para a alimentação do casal.

A terceira guerra primordial foi entre dois irmãos, sendo que, um matou o outro, mais uma vez por motivos de tipos de alimentação.

Deste ponto em diante, do passado histórico dos macacos, é impossível enumerar todas as guerras que travaram, desde os primórdios dos tempos, mesmo quando não estavam armados.

Guerra com pedras...

Guerra com arco-e-flecha...

Guerra com tacapes...

Guerra territoriais...

Guerra econômicas...

Guerra políticas...

Guerra tribais...

Guerra cerimoniais...

Guerra de libertação...

Guerra defensivas...

Guerra expansionistas...

Guerra sentimentais...

Guerra familiares...

Guerra regionais...

Guerra internacionais...

Guerra religiosas...

Guerra Étnicas...

Guerra Nacionais...

Guerra no trânsito...

Guerra urbanas...

Guerra tecnológicas...

Guerra bacteriológicas...

Guerra no ar, no mar, e na terra...

Guerra com armamentos rudimentares, e guerras com sofisticados aparelhos eletrônicos...

Guerra justas e injustas...

Guerra insanas...

Guerra psicológicas...

Guerra de informações...

Guerra de contra-informação...


A relação das centenas de bilhões de guerras travadas pelos macacos, em todo o período histórico em que existem, é um número maior do que todas as estrelas, em todas as galáxias conhecidas e desconhecidas nos muitos universos, mesmo os universos paralelos, ainda desconhecidos...

As lágrimas derramadas pelas mães dos jovens macacos, mortos nos campos de batalha, provocariam uma inundação cósmica...

O sangue dos jovens soldados macacos derramado nos campos de batalha seria suficiente para realizar todas as transfusões de sangue de suas existências...

Quanta tecnologia utilizada com o objetivo de matar...

Quantos recursos financeiros desperdiçados em armas aéreas, marítimas e terrestres...

Todos metais, minerais, vegetais, rios, oceanos, montanhas, praias, ilhas, cavernas, usados com fins bélicos...

Quanto ferro desperdiçado, para construir armas, para matar, tirar a vida de seus semelhantes...

Quantas inteligências: artistas, médicos, cientistas, músicos, escritores, artesões, engenheiros, enfermeiras, civis, crianças, mulheres, idosos, vidas perdidas em guerras insanas, injustificáveis, mascaradas, disfarçadas, imorais...

Macacos têm sede de sangue. Não necessitam de água...

A alimentação mais saborosa é a carne de seus semelhantes...

Qualquer motivo é bom, para justificar a necessidade de matar...

Não havendo uma boa justificativa, inventam...

Os brinquedos, os jogos, as revistas infantis, toda a literatura, cinema, músicas, sonhos, fantasias, tudo é centrado na fixação por guerras, seus heróis, estratégias, crueldades, derramamento de sangue dos inimigos, vingança, ódio, revanchismo...

Guerra planetária...

Guerra interplanetária...

Guerra biológica...

Guerra fria...

Guerra imperialista...

Os macacos consomem e esgotam todas as reservas naturais, com o fim de sustentar e alimentar suas guerras...

As divindades, todos os deuses dos macacos, sem exceção, todos eles, guerreiros, ferozes, furiosos, vingativos, dominadores, exclusivistas, exigem sangue de seus fiéis, e dos inimigos...

Os macacos construíram museus em homenagem aos seus guerreiros...

Inventaram medalhas, cerimoniais, recompensas financeiras...

A indústria bélica existiu no céu e na terra, sempre prosperou, nunca enfrentou crises econômicas, e a demanda só aumenta, indiferentes aos preços praticados, bélica...

Todos os macacos gostam de armas, produzem armas, compram armas, vendem armas...

A indústria de construção de material bélico começou no céu, pois os anjos usavam espadas...

Quem seria capaz de formular e equacionar este astronômico número, o de recursos financeiros aplicados nas guerras praticadas pelos macacos-tecnológicos, nos milhões de anos de sua existência, desde a Pré-História, até os dias atuais?

Toda a enorme capacidade de trabalho dos macacos, suas riquezas produzidas, alimentos, água, medicamentos hospitalares, espaços úteis, caso fossem aplicados na construção de escolas, casas populares, livros, pesquisas científicas, obras de verdadeiro valor, músicas, viagens de confraternização, este livro, que narra a saga dos macacos-tecnológicos, teria um final diferente...

Nos próximos capítulos vamos aprofundar estas questões, mostrando as inúmeras possibilidades perdidas , que consumiram todas as suas energias, riquezas, possibilidades, porque nunca aprenderam a fazer outra atividade que não a de matar...

A cura do câncer, vacina contra o HIV, viajando nas galáxias, usando o poder mental...

Crianças da Somália com comida em abundância...

O continente Africano em recursos naturais, mas perdidos, em conquistas territoriais bélicas...

Os primitivos povos que habitavam as Américas não teriam covardemente assassinados.

Os Oceanos não estariam poluídos...

As florestas estariam intactas...

As biodiversidades e os ecossistemas estariam preservados...

O conhecimento científico estaria num avançado estágio, em todas as áreas, possibilitando alertar sobre futuros eventos naturais, preservando valiosas vidas...

O conhecimento científico dos macacos estaria avançado, o suficiente, para prevenir e evitar as trágicas consequências dos desastres ambientais...

Existiria abundância de alimentos para todos os macacos.

A idade útil de todos os seres vivos seria aumentada...

As doenças estariam controladas...

A Paz seria uma realidade, não um sonho distante...

A felicidade eterna não dependeria da morte...

O Inferno estaria vazio...

Quantas vidas altamente produtivas, criativas, geniais, foram sacrificadas no altar-da-guerra...

Não perca o próximo capítulo...

Faça sua doação de um dólar, em benefício do projeto de mapeamento da elevação do nível do mar no litoral brasileiro...

lEIA MAIS: *** Eu tenho um Sonho! *** http://t.co/x5fVkaR


RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 27 de julho de 2011 - 20h:29