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segunda-feira, 6 de junho de 2011

@EcoInteractive #Brazil's shame

EcoInteractive
Brazil's shame
Commentary by Rhett A. Butler, mongabay.com
June 03, 2011



As an American I know a lot about shame — the U.S. government and American companies have wrought appalling amounts of damage the world over.

But as an admirer of Brazil's recent progress toward an economy that recognizes the contributions of culture and the environment, this week's decision to move forward on the Belo Monte dam came as a shock.

The dam will generate lots of electricity — more than 10 percent of Brazil's current capacity during the rainy seasons, much less during the dry season — but the cost is tremendous: more than 16,000 people will be displaced by flooding and 40,000 hectares (100,000 hectares) of rainforest will be inundated. The project will redirect the flow of roughly 100 kilometers' worth of the Xingu River, disrupting fisheries and local livelihoods. Power generated by the dam will fuel industries that convert the Amazon rainforest into hamburgers, soybeans, soda cans, and minerals (the Brazilian mining giant Vale is a major investor in Belo Monte).

But perhaps most importantly, Belo Monte undermines Brazil's standing as a global leader on the environment. Recent gains in demarcating indigenous lands, reducing deforestation, developing Earth monitoring technologies, and enforcing environmental laws look more tenuous with a project that runs roughshod over indigenous rights and the environment.

When I speak to audiences, I use Brazil as an example of a country that is leading the transition toward a more just and sustainable economy. With Belo Monte, I'm no longer certain Brazil is the model to emulate.

What happened Brazil?

CARTA EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE

Image Google


A Defesa do meio ambiente é uma questão de "Segurança Global"

Mais importante que a questão nuclear que aflige o mundo, desde Hiroshima e Nagasaki.

Armas nucleares podem ser destruidas, o meio ambiente não pode ser destruido e nem reciclado.

A defesa do meio ambiente está acima das ideologias, das políticas partidárias, das teologias, das doutrinas filosóficas, das ideologias de direita ou esquerda.

A Defesa do Meio Ambiente é uma questão de segurança global, que ameaça à todos os Oceanos, Continentes, Florestas, todas as espécies, ecossistemas, biodiversidades, economias, todas as classes sociais, todas as formas de vida planetária, construidas ao longo de milhões de anos de evolução natural.

A defesa do Meio Ambiente ameaça todas as formas de vidas do nosso Planeta, com uma irreverssibilidade fatal.

A defesa do meio ambiente é garantia de água, de alimentos, de habitação, é uma questão vital de sobrevivência, não só da nossa, mas de todas as espécies vegetais, quimícas, físicas e animais que habitam o Planeta Terra.

Se falharmos na defesa do meio ambiente, abreviaremos os nossos já escassos dias de permanência no Planeta Terra.

A defesa do meio ambiente é uma imperiosa necessidade visando preservar todas as Biodiversidades e Ecosistemas, já flagelados pela nossa insensata indiferença.

A defesa do meio ambiente, em face de sua importância planetária, é uma questão que em face de sua importância, transcende as demais questões, por mais relevantes que sejam.

A defesa do meio ambiente envolve a necessidade de aparelhamento de todos os governantes, globalmente, para enfrentar Furacões mais intensos, chuvas torrenciais que provocam enchentes mortais, mais intensidade e frequência de terremotos, erupções de vulcões, elevações do nível dos oceanos em proporções avassaladoras, contaminação mortífera dos oceanos, chuvas ácidas, deslocamento do Eixo-Magnético da Terra, deslizamento de encostas habitadas, transbordamento de rios, enormes prejuízos financeiros às áreas afetadas.

A não preparação significa ainda o agravamento das consequências pós-catástrofes: desordem social, desorganização social em busca de alimentos e segurança; falta de abrigos, alimentos e higiene para os flagelados; doenças, contaminações; falências dos órgãos de socorro diante das grandes calamidades públicas.

A defesa do meio ambiente, por tratar-se de uma questão de segurança global, para a preservação de todas as espécies, clama por prioridade de todos os cidadãos do Planeta Terra, mobilização popular visando medidas preventivas de segurança, ações governamentais eficientes, socorro de toda a sociedade organizada visando disponibilizar todos os recursos necessários, para a viabilização de estudos, projetos e ações, os necessários, na defesa do meio ambiente e, a necessidade imperiosa, de um sistema de alertas climáticos e gerenciamento de riscos.

Não existe outra alternativa, só a da mobilização, concretização, educação e ações efetivas em defesa do meio ambiente, caso contrário, significaria a extinção de nossa civilização moderna, no máxima, em mais 50 anos, a partir desta data de hoje, e não mais os 100 anos que os cientistas estavam prevendo anteriormente.

Quem duvidar desta ousada afirmativa, é só consultar as manchetes diárias das catástrofes ambientais no Planeta Terra!

Rui Santos de Souza
Curitiba, Brasil, 12 de julho de 2010 - 21h:11