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domingo, 20 de março de 2016

Dilma é mais burra do que o Brasil imaginava... Dilma, "você é burra demais".

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Dilma é mais burra do que o Brasil imaginava...

A Dilma Burra não percebeu ainda que tem que negociar com o povo, com os eleitores, com os cidadãos, e não com "organizações criminosas" (leia-se partidos políticos).

A Dilma ainda não sacou, e não vai sacar nunca, que o Lula foi eliminado das cartas do baralho, perdeu a credibilidade, perdeu a liderança, perdeu a honra, e a única negociação ainda possível para o Lula é com a Justiça Federal, em Curitiba.
Mal ou bem, Ela, a Burra, vinha equilibrando-se no fio da navalha, bastaria continuar mantendo-se longe do Lula e fingindo indignação.
Mas a burrice foi tão grande que a levou a fazer o que?
Trouxe o Lula pra debaixo da saia dela, atraindo pra cima dela quem corria atrás do Lula.
Mal ou bem, o PMDB vinha mantendo-se em cima do muro, fazendo um jogo duplo.
Com a chegada do Lula, ela, a Burra, fez o PMDB perder as esperanças de o Temer assumir, num eventual afastamento dela.
Com a proteção escancarada do Lula ela desafiou a fúria da população brasileira;
Colocou o STF numa saia justa;
Desafiou o MPF, a PF e colocou mais lenha na fogueira da indignação popular, sufocada e penalizada por ter que pagar a conta dos ladrões do dinheiro público;
Se a Dilma fosse inteligente:
Renunciaria hoje;
Convocava novas eleições;
Sairia de vítima, de injustiçada e com uma aparência de honrada, que estaria agindo para o bem do Brasil;
Novas eleições permitiria ao Lula candidatar-se assumindo o papel de vítima, de perseguido pelas elites brancas;
Afinal, a Dilma, a Burra, ao tentar proteger o Lula, tornou-se uma criminosa ao tentar obstruir o processo criminal, fulminou o Lula, fulminou o Temer, fulminou a pequena base de apoio que ainda restava-lhe, provocou a fúria do STF, desafiou a Justiça Federal, promoveu um sentimento de unanimidade na população de a afastar imediatamente, em face da ameaça que sua proteção ao Lula representa para a Segurança Nacional.
Dilma provocou a fúria de Delcidio, que resolveu colocar a boca no trombone.
E o discurso de grampo em seu telefone foi outra grande estupidez, pois não era o telefone dela que estava grampeado, e até poderia estar, porque a Lei Brasileira Maior, a CF, decreta que ninguém está acima da Lei, nem o Presidente, mesmo no Estados Unidos da América, citado por ela, pois teve o  Nixon grampeado para comprovar crimes praticados por seus assessores.
Dilma foi de uma burrice sem antecedentes na História do Brasil.
Collor voltou como Senador.
Sarney voltou.
Getúlio voltou.
Brizola voltou.


Bons comandantes militares sabem a hora certa de avançar ou recuar, para depois contra-atacar.
Poderia renunciar simulando patriotismo, pressionada pela opinião pública, e jogar a batata quente nas mãos do Temer.
Teria ajudado ao Lula voltar de Herói, que a nomearia para a Casa Civil.

Ela esqueceu que o brasileiro costuma ser bonzinho com bandidos.
Mas a burrice a impede de ver que sairá expulsa e humilhada, e, desta vez, não poderá voltar nunca mais.

Ela mesmo voltou depois de guerrilheira, a Burra-Mor-do-Brasil
Está muito mal assessorada politicamente.

Dilma não somente afrontou toda a Nação Brasileira, mas chamou contra ela forças que ainda não estavam envolvidas diretamente, apenas observavam.
Dilma conseguiu fazer sair de cima do muro forças que ainda não haviam tomada uma decisão definitiva sobre a necessidade de seu afastamento da Presidência da República, forças que ainda alimentavam a esperança de que Ela, a Burra, fosse capaz de recompor-se e harmonizar-se com a vontade da Nação, de alguma forma.
Mas a burrice de Dilma a impossibilitou de perceber que jamais, em hipótese alguma, poderia demonstrar publicamente que ela estava disposta a enfrentar as últimas consequências em defesa dos corruptos.
Quando ela entrou no campo de batalha, abertamente, em defesa dos corruptos, simplesmente assinou sua confissão de culpa no cartório também.
Resultado da burrice da Dilma, conseguiu um fato raro no Brasil: Unanimidade Nacional, todo o País passou a exigir sua renúncia: Associações de Magistrados, Delegados, Promotores de Justiça, situação insustentável.

Depois de seu desatinado ato público de viajar ao apartamento de Lula, autorizar a troca de Ministro da Justiça e, pasmem, desafiar as manifestações populares nomeando Lula para a Casa Civil, acabou tudo, todas as esperanças de sua duvidosa inocência, ou capacidade de imparcialidade.


A renúncia de Dilma agora está sendo defendida, pela OAB, pelas Federações de Industria e Comércio, por toda a Mídia e até pelos próprios aliados políticos.

Ela conseguiu desviar os holofotes que estavam focados no Cunha, Renan, Temer, Delcidio, Aécio, Collor, e tantos milhares de outros, chamando-os para si mesma.


Pior ainda: conseguiu acelerar o processo contra si mesma, tanto no Legislativo quanto no TSE.
Dilma é burra, mais do que imaginávamos.
Dilma, "você é burra demais".
Dia da Terra
Brasil, Curitiba, 20/03/2016