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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

É tempo de um novo paradigma...



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Heródoto - Grécia Antiga

Desde as mais antigas civilizações, os especialistas documentaram os acontecimentos passados.

Análise de processos e de eventos ocorridos no passado.

Este tem sido o paradigma consagrado, desde de Heródoto, Século V a.C., um dos primeiros historiadores, cuja obra sobreviveu até o presente tempo.

As pesquisas sempre direcionadas para o que aconteceu no "passado".

O paradigma vigente em nossos dias formulou um esquema  de "História Antiga" - Média -  Moderna e Contemporânea.

Depois de dividida em capítulos de tempo, é feita uma subdivisão geográfica: Continentes, Países, Regiões, e, finalmente, por assuntos de interesses específicos.

Traduzindo: todo o conhecimento humano é, e sempre foi, construído com base nas pesquisas de eventos passados.

Este é o paradigma atual: Estudar, pesquisar, aprender, analisar, "olhando para o passado", de frente-para-trás"

Os acontecimentos significativos mais recentes que a modernidade e a contemporaneidade conhecem, com riquezas de detalhes e informações precisas, não ultrapassam os últimos três mil anos.

Este paradigma foi eliminado e ultrapassado, diante de uma nova realidade,  que exige um novo paradigma, o de olhar a História Humana ao contrário, ou seja, pesquisar, estudar, analisar, planejar, e prevenir o futuro.

Os fenômenos decorrentes das radicais mudanças climáticas na Terra, exigem olhar à frente, não atrás.

As mudanças climáticas e o consequente aquecimento global, fartamente documentado, diante dos  últimos desastres ambientais, de abrangência global, exigem o "novo paradigma": Estudar o Futuro.

Estamos confrontados com uma questão vital: Qual é o futuro da nossa espécie, nos próximos 100 anos?

Tornou-se irrelevante saber o que aconteceu no passado, neste momento crítico que enfrentamos, confrontados com a possibilidade de não haver o "amanhã".

Este é o maior desafio do nosso tempo, antecipar o futuro da nossa espécie, para os próximos 100 anos.

Só Interesa saber o que aconteceu no passado  na medida em que fornece informações valiosas de projetar o que poderá nos acontecer nos próximos 100 anos

Esta é a maior urgência, é a prioridade máxima.

Realizar estudos, cálculos, investimentos financeiros necessários, possíveis e impossíveis, reunir as mentes mais brilhantes, convocar todos os sábios, conectar todas as instituições de pesquisas, elaborar os cálculos,  planejar e prevenir os acontecimentos climáticos e geológicos dos próximos 100 anos.

 Caso a premissa de que as mudanças sejam radicais aconteçam, garantiremos a sobrevivência da nossa espécie, e de todas as demais. Caso não aconteçam, só teremos a lucrar, com a melhor qualidade de vida que a próxima geração desfrutará.

E não dispomos de tempo, acabou, esgotou o tempo necessário para evitar as mudanças, só nos resta minimizar e prevenir a sobrevivência.

Anjos e demônios estão avisando: o Céu é mais perto do Inferno do que nós imaginamos.

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Dia da Terra
RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil Curitiba, 27 de fevereiro de 2012 - 22h:12

sábado, 14 de janeiro de 2012

Quer viajar para o inferno? Want to go to hell?

Se você está com saudades do inferno, a porta de entrada do inferno está no "Estreito de Ormuz" (Terceira Guerra Mundial).

Sofrimento, mortes, dor, sangue, desperdício de recursos financeiros que deveriam ser investidos para eliminar a pobreza, a fome, doenças, e preservação da natureza...

Compre sua passagem, prepare a mala, e boa viajem...


If you miss the hell, the gateway to hell is the"Strait of Hormuz" (Third World War).

Suffering, death, pain, blood, waste of financial resources should be invested to eliminate poverty, hunger, diseases, and preservation of nature ...

Buy your ticket, be prepared to bag, travel and good ...



RUI SANTOS DE SOUZA
Brasil, Curitiba, 14 de janeiro de 2012 - 11h:41